Abstract

Este artigo analisa a história do curso de ciências sociais aplicadas à medicina ministrado na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), durante 25 anos (1965-90). Identifica as influências sobre o referido curso dos seminários internacionais que, na década de 1950, redefiniram os rumos da educação médica, assim como o papel da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e de instituições nacionais na problematização da saúde como questão social. A história do curso é dividida em três períodos: as primeiras experiências, de 1965 a 1969; rumo a um projeto social em saúde, na década de 1970 ; e consolidação do projeto social em saúde na década seguinte. As diversas formas de enfrentar o ensino pretenderam incorporar a dimensão do social e sua dinâmica para a melhor compreensão do processo saúde-doença e da organização das práticas de saúde.

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