Abstract

O sistema eleitoral alemão sempre despertou a simpatia dos insatisfeitos com o atual modelo representativo brasileiro. E, não-só no Brasil, esse sistema eleitoral tem sido considerado como o paradigma de uma terceira categoria de sistema eleitoral, a dos sistemas mistos, que reuniria elementos dos dois outros ramos dos sistemas eleitorais, o majoritário e o proporcional. Chega-se, neste artigo, à conclusão de que essa terceira categoria de sistemas eleitorais não existe e que o sistema alemão pertence à categoria dos sistemas proporcionais, o que faz com que sua adoção no Brasil seja menos dificultosa do que aparenta.

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