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  • Research Article
  • 10.22289/2446-922x.v12a1a33
QUALIDADE DE VIDA, FADIGA POR COMPAIXÃO E PERCEPÇÃO DA FINITUDE EM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DE UMA UNIDADE DE INTERNAÇÃO ONCOLÓGICA
  • Mar 23, 2026
  • Psicologia e Saúde em debate
  • Beatriz Silva Alencar + 4 more

Profissionais de saúde convivem diariamente com sofrimento, morte e vulnerabilidade, experiência que pode afetar sua qualidade de vida profissional e percepção de finitude. Este estudo avaliou qualidade de vida profissional, estilo de vida e medo da morte de profissionais que atuam em uma unidade de internação oncológica de um hospital quaternário no noroeste paulista. Trata-se de um estudo observacional, descritivo e transversal, cujos participantes responderam aos seguintes instrumentos: Ficha de identificação do participante, Questionário de Estilo de Vida Individual (PEVI), Escala de Qualidade de Vida Profissional (ProQOL-BR) e Escala de Avaliação do Medo da Morte de Collett-Lester. Participaram 47 profissionais, predominantemente mulheres (n=36; 76,6%), mediana de idade 31 (23-53) anos, celetistas (n=29; 61,7%). Dezoito (38,3%) profissionais apresentaram nível alto e 29 (61,7%) nível moderado de satisfação por compaixão, coexistindo com níveis moderados de Burnout (n=23; 48,9%) e fadiga por compaixão (n=13; 31,9%). Vinte e oito (57,4%) profissionais apresentaram estilo de vida regular, com comprometimento nos domínios atividade física (n=23; 48,9) e controle do estresse (n=13; 27,7%). Quarenta e seis (97,9%) apresentaram medo moderado e alto da morte. As principais estratégias de enfrentamento adotadas foram conversar com amigos/familiares (n=30; 63,8%), ouvir música (n=30; 63,8%), isolar-se (n=18; 38,3%) e consumir bebida alcoólica (n=7; 14,9%). Conclui-se que os profissionais apresentaram elevados níveis de satisfação por compaixão, coexistindo com índices moderados de burnout e fadiga por compaixão. O medo moderado/alto da morte e do processo de morrer indica que o contato cotidiano com a terminalidade não elimina a angústia diante da finitude.

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  • Research Article
  • 10.22289/2446-922x.v12a1a36
ENTRE CONTAS E LAÇOS: Gerenciamento do dinheiro em recasamentos cisheterossexuais com filhos/as/es
  • Mar 20, 2026
  • Psicologia e Saúde em debate
  • Ivone Terezinha Sutil De Oliveira + 3 more

No recasamento entre pessoas cisheterossexuais, aspectos culturais e econômicos influenciam no manejo e significado atribuído ao dinheiro. O presente estudo tem por objetivo conhecer possíveis conflitos e soluções eficazes no gerenciamento do dinheiro conjugal com relação a filhos/as/es no recasamento cisheterossexual. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, exploratória e descritiva de corte transversal. Participaram deste estudo doze casais cisgênero e heterossexuais, monogâmicos que vivem uma segunda união (registrada em cartório ou coabitantes), com ou sem filhos/as/es do primeiro casamento. A coleta de dados foi realizada por meio de questionário sociodemográfico e entrevista semiestruturada. Os dados coletados foram estudados por meio da análise temática, da qual emergiram três temas: (a) dinâmicas financeiras e convivência com filhos/as/es adultos/as/es, (b) reconfiguração parental e fronteiras familiares e (c) vínculos fraternos e coesão no recasamento. Pôde-se verificar que no decorrer do recasamento há diversidade, conflitos, alegrias e realizações. Fatores como da idade dos/as/es filhos/as/es, capacidade de resolução de conflitos e forma como ocorreu a separação no primeiro casamento influenciam na tragetória do recasamento. Ademais, os casais salientaram o relacionamento atual como positivo, em oposição ao primeiro casamento, do qual foi destacado o lado negativo.

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  • Research Article
  • 10.22289/2446-922x.v12a1a39
TRANSTORNO DO JOGO: A emergência do fenômeno e as contribuições da terapia cognitivo-comportamental
  • Mar 18, 2026
  • Psicologia e Saúde em debate
  • Déborah Stuani + 4 more

O Transtorno do Jogo é uma problemática global, que provoca prejuízos significativos nos âmbitos psicológicos, comportamentais, financeiros, familiares, ocupacionais, sociais e/ou educacionais. Esta revisão da literatura objetivou mapear o levantamento de dados referente ao Transtorno de Jogo à luz da Terapia Cognitivo-Comportamental, focando nas contribuições desta linha teórica para a compreensão e tratamento deste fenômeno emergente. Além disso, o estudo visou explorar a etiologia, os prejuízos, a prevalência, a incidência, o prognóstico e fatores de risco, e a neurobiologia do transtorno. Por meio de revisões sistemáticas, meta-análises recentes, e consulta em bibliografias clássicas, os resultados evidenciaram fortes evidências da Terapia Cognitivo-Comportamental na redução de danos associados ao transtorno do jogo, utilizando técnicas como identificação de distorções cognitivas, psicoeducação e modificação de comportamentos, por exemplo. Neste sentido, pode-se perceber que a crescente popularização dos jogos de azar demanda maior conscientização pública e investimento em pesquisas, primordialmente no que diz respeito ao pós-tratamento psicoterapêutico, para fomentar estratégias de prevenção e tratamentos acessíveis.

  • Research Article
  • 10.22289/2446-922x.v12a1a29
PERCEPÇÃO DE SUPORTE SOCIAL DE CUIDADORES FAMILIARES DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
  • Mar 9, 2026
  • Psicologia e Saúde em debate
  • Bettina Dos Santos Almeida + 1 more

O cuidado familiar de pessoas com deficiência é complexo, gerando sobrecarga e carência de suporte, sendo o suporte social vital para a saúde mental do cuidador. Este estudo quantitativo e descritivo avaliou a percepção de suporte social e sua relação com a saúde mental em dez cuidadoras familiares (36-79 anos) do interior de São Paulo. Foram aplicados: questionário sobre histórico de cuidados e dados sociodemográficos, Escala de Percepção de Suporte Social – Versão Adulto (EPSUS-A) e Medida de Independência Funcional (MIF). Os resultados evidenciaram que a maior parte da amostra apresenta baixa percepção de suporte social, indicando que o apoio concreto está fortemente relacionado ao sentimento de amparo. Observou-se correlação significativa entre a MIF e a EPSUS-A (ρ = 0,68; p = 0,03), sugerindo que quanto maior a independência funcional da pessoa cuidada, maior a percepção de suporte social pela cuidadora. Conclui-se que a sobrecarga das cuidadoras está ligada à falta de redes de apoio efetivas, sendo urgente a implementação de estratégias que ampliem o suporte social para promover a saúde integral do cuidador familiar.

  • Research Article
  • 10.22289/2446-922x.v12a1a32
EXPERIÊNCIAS DE VIDA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM DIABETES MELLITUS: Revisão integrativa
  • Mar 5, 2026
  • Psicologia e Saúde em debate
  • Carolina Schmitt Colomé + 3 more

O diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1 (DM1) na infância e adolescência acarreta uma série de mudanças no estilo de vida, de modo que o convívio com a doença e a adaptação ao tratamento podem ser grandes desafios. Objetivou-se caracterizar as experiências de vida de crianças e adolescentes com DM1 através de uma revisão integrativa de estudos qualitativos publicados na literatura nacional e internacional entre 2017 e 2023, e discuti-las à luz da Teoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano (TBDH). A revisão seguiu as orientações do protocolo PRISMA-P sendo consultadas onze bases de dados. Os artigos foram gerenciados com auxílio do software Rayyan, e 27 estudos foram selecionados para compor o corpus final da revisão, seguindo os critérios de elegibilidade. Os dados foram organizados através de análise temática dedutiva em categorias e subcategorias, a partir da TBDH: 1) Pessoa; 2) Processos Proximais; 3) Contextos; e 4) Tempo. Os resultados apontam para a complexidade da experiência de crianças e adolescentes frente à DM1, bem como para os diferentes fatores que podem influenciar o bem-estar psicológico e o manejo das demandas da doença, tais como o tempo de diagnóstico, as características biopsicológicas e comportamentais, a qualidade das relações estabelecidas nos ambientes nos quais estão inseridos, a interlocução (in)existente entre estes ambientes e o cenário cultural e socioeconômico. Destaca-se a relevância de considerar no planejamento de intervenções em saúde destinadas à população infanto-juvenil com DM1, aquilo que crianças e adolescentes têm a dizer sobre as suas experiências de vida com uma doença crônica.

  • Research Article
  • 10.22289/2446-922x.v12a1a30
A INFLUÊNCIA DOS CUIDADOS PARENTAIS NA MATURAÇÃO EMOCIONAL INFANTIL: Entre afetos e ausências
  • Mar 2, 2026
  • Psicologia e Saúde em debate
  • Rita De Cássia Da Silva Alves + 1 more

A função parental é essencial na infância, provendo as condições básicas para a sobrevivência e impactando diretamente o desenvolvimento emocional, fator crucial para a saúde mental. Nesse cenário, o ambiente pode representar tanto um fator de proteção quanto de risco. Este estudo objetiva sintetizar as evidências científicas acerca da influência das funções materna e paterna no processo de maturação emocional, visando compreender como a qualidade do vínculo afetivo configura-se como fator de proteção ou de risco para a saúde mental na primeira infância. Para isso, realizou-se uma revisão bibliográfica da literatura, do tipo sistemática e de abordagem qualitativa, consultando as bases PubMed (MEDLINE), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Google Acadêmico, no recorte temporal de 2019 a 2024. A estratégia de busca utilizou os descritores ‘Vínculos Afetivos’, ‘Parentalidade’ e ‘Desenvolvimento Infantil’, combinados pelo operador booleano AND. Foram incluídos estudos completos e gratuitos nos idiomas português, inglês e espanhol, excluindo-se outros formatos acadêmicos ou textos desalinhados ao objetivo. A seleção ocorreu em três etapas: leitura de títulos e resumos, análise da abordagem metodológica e leitura completa do material, resultando em uma amostra final de 16 artigos. Os resultados foram organizados em duas categorias principais de análise: efeitos positivos dos cuidados parentais e danos decorrentes da ausência desses cuidados, e uma terceira categoria que apresenta enfoque sobre recomendações práticas. O estudo evidenciou que o vínculo afetivo parental é um alicerce fundamental para o amadurecimento infantil, especialmente na esfera emocional.

  • Research Article
  • 10.22289/2446-922x.v12a1a28
TEA NO DESENVOLVIMENTO HUMANO: Transformações ao longo do ciclo vital e implicações psicossociais na vida adulta
  • Feb 26, 2026
  • Psicologia e Saúde em debate
  • Josenilma Aparecida Rodrigues Horta + 1 more

Este trabalho tem como objetivo discutir o transtorno do espectro autista (TEA) sob a perspectiva do desenvolvimento ao longo do ciclo vital, considerando as particularidades que caracterizam sua manifestação na vida adulta. Especificamente, pretende-se: (1) analisar as distinções dos sintomas do TEA em adultos em comparação com aqueles observados em crianças; e (2) identificar a presença de camuflagem social nos relatos de adultos com TEA. O método utilizado foi a revisão integrativa da literatura, que possibilitou reunir, examinar e sintetizar produções científicas nacionais publicadas em bases como Periódicos CAPES e BVS. Após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão e das etapas de triagem, 11 artigos compuseram a amostra final. Os dados foram examinados por análise temática qualitativa, resultando em três categorias: (1) o TEA para além dos critérios diagnósticos; (2) TEA no neurodesenvolvimento: da infância à vida adulta; e (3) camuflagem e adaptação social. Os resultados evidenciaram que compreender o TEA apenas pelos critérios diagnósticos tradicionais mostra-se insuficiente, uma vez que esses instrumentos priorizam manifestações observadas na infância e negligenciam aspectos centrais da vida adulta, como dificuldades executivas, de regulação emocional, perfil sensorial, pragmática da linguagem e camuflagem social. Constatou-se também a escassez de pesquisas nacionais sobre a vivência do TEA na fase adulta. Conclui-se que o diagnóstico tardio deve ser compreendido não como um ponto final, mas como recurso para reorganização subjetiva, fortalecimento identitário e acesso a direitos, reforçando a necessidade de avanços nas práticas clínicas e políticas públicas voltadas ao adulto autista.

  • Research Article
  • 10.22289/2446-922x.v12a1a25
CONTRIBUIÇÕES PSICANALÍTICAS PARA O ESTUDO DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NO BRASIL: O agressor em questão
  • Feb 26, 2026
  • Psicologia e Saúde em debate
  • Helena Favarato Antonello Feitosa + 1 more

O presente artigo objetivou propor reflexões sobre a temática da violência contra a mulher no contexto da sociedade brasileira contemporânea, utilizando de conceitos e proposições da Psicanálise. Outrossim, buscou-se compreender quais fatores constituem a psique do agressor e de que maneira tais fatores levam à consumação da agressão. A pesquisa foi realizada por meio da metodologia de revisão bibliográfica de periódicos, artigos científicos e dissertações relacionadas aos conceitos-chave do trabalho, que foram obtidos por meio de plataformas acadêmicas digitais ou adquiridos em modalidade física. Nesse âmbito, observaram-se relações relevantes entre comportamentos agressivos e os conceitos psicanalíticos de narcisismo, pulsão de morte, complexo de castração e passagem ao ato. Além disso, observou-se que o agressor frequentemente não costuma conseguir responsabilizar-se pelos atos de violência, sendo esse um elemento essencial para o trabalho do psicólogo com o autor da agressão. Por fim, percebe-se que foram encontradas relações de comorbidade entre os atos de agressão e violência contra a mulher e alguns grupos específicos de psicopatologias, fazendo com que os transtornos psicológicos não possam ser compreendidos como a principal causa dos comportamentos agressivos, mas sim fatores correlatos.

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  • Research Article
  • 10.22289/2446-922x.v12a1a26
PRIVAÇÃO DE AFETO NA INFÂNCIA: Impactos na aprendizagem, cognição, comportamento e desenvolvimento socioemocional
  • Feb 19, 2026
  • Psicologia e Saúde em debate
  • Gabrielly Caldeira Menegate + 2 more

A presente pesquisa buscou investigar os impactos da ausência de vínculos afetivos no desenvolvimento infantil, fundamentada principalmente na Teoria do Apego de John Bowlby. Diante disso, foi realizada uma análise documental de abordagem mista, a partir de 21 prontuários clínicos de crianças até 12 anos atendidas na Clínica-Escola do UniSalesiano. Os resultados indicaram altos índices de dificuldades emocionais e comportamentais em casos de negligência afetiva, confirmando dados da literatura. Portanto, a discussão dos resultados, visou destacar a importância da identificação precoce dessas privações e da atuação preventiva de profissionais da saúde e da educação. Dessa forma, é possível concluir que intervenções precoces, associadas a políticas de apoio familiar, tornam-se essenciais para reduzir os efeitos da privação afetiva e assim promover um desenvolvimento infantil mais saudável.

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  • Research Article
  • 10.22289/2446-922x.v12a1a24
PROPRIEDADES PSICOMÉTRICAS DE INSTRUMENTOS PSICOLÓGICOS DE RECONHECIMENTO DE IDENTIDADE DE FACES: Uma revisão integrativa
  • Feb 19, 2026
  • Psicologia e Saúde em debate
  • Davi Da Costa Silvestre + 2 more

O Reconhecimento de Identidade de Faces (RIF) é uma habilidade perceptual complexa e essencial para a interação social. Sua avaliação depende de instrumentos psicométricos robustos, capazes de mensurar com validade e confiabilidade esse construto. No entanto, persistem lacunas quanto às propriedades psicométricas desses instrumentos, especialmente em populações clínicas. Tem-se como objetivo, analisar criticamente as evidências disponíveis sobre a validade e a confiabilidade de instrumentos que avaliam o RIF em populações clínicas e não clínicas. A metodologia para atingir este objetivo consistiu numa revisão integrativa da literatura, com buscas realizadas no Portal de Periódicos CAPES e PubMed, entre 2015 e 2025, utilizando descritores relacionados a reconhecimento facial e propriedades psicométricas. Foram incluídos seis estudos após triagem rigorosa. Como resultados os instrumentos mais citados foram o PI-20 (e suas adaptações transculturais), o GFMT2 e o CFMT. O GFMT2 e as versões do PI-20 apresentaram alta consistência interna e confiabilidade teste-reteste em amostras não clínicas. No entanto, em populações clínicas (como prosopagnosia e atrofia cortical posterior), a confiabilidade diminuiu, especialmente em tarefas de processamento holístico. Evidências de validade de construto e critério foram documentadas, mas a especificidade do RIF em relação a outros processos cognitivos (como memória e atenção) ainda é um desafio. Portanto, embora existam instrumentos promissores, a literatura carece de padronização, validação transcultural e estudos robustos em populações clínicas. Recomenda-se o desenvolvimento de instrumentos culturalmente sensíveis e a realização de mais pesquisas que integrem múltiplos métodos para fortalecer as evidências psicométricas no campo do RIF.