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  • Research Article
  • 10.24206/lh.v11i2.65501
Na linha do advento histórico da língua portuguesa
  • Sep 3, 2025
  • LaborHistórico
  • Américo Venâncio Lopes Machado Filho + 1 more

Falado em diferentes latitudes geográficas, o português conformou-se, em seu advir histórico, em língua multicultural e multiespacial de expressão, sendo, na atualidade, referenciador de pluralidades e mediador de variadas perspectivas de representação. Sua trajetória, registrada pela escrita há pelo menos oito séculos, demonstra processos de variação e de mudança. Estes se foram construindo, micro e macroscopicamente, no esteio da história, refletindo as naturezas sintrópica e entrópica a que se sujeitam todas as línguas naturais, isto é, à integração pendular existente entre a energia que compõe e movimenta o seu sistema linguístico e o papel das variáveis aleatoriamente ou randomicamente impulsionadas por seu sistema social. Neste artigo, pretende-se realizar uma incursão a aspectos de variação e de mudança, próprios do português, em diferentes níveis de análise linguística, desde sua origem, no período arcaico, até o português brasileiro, contemporâneo, permitindo-se comparações pontuais com outras variedades da língua portuguesa no mundo, assim como com crioulos de base lexical portuguesa. Sob a ótica da linguística histórica, busca servir de macro esboço do processo de constituição da língua, de forma dinâmica e exemplar, no sentido de sua representação no tempo, cronologicamente avaliado, e no espaço, em que se constituiu e em que hoje se manifesta dialetal e diastraticamente.

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  • Research Article
  • 10.24206/lh.v11i1.68319
Variação dialetal no Português Europeu
  • May 15, 2025
  • LaborHistórico
  • Joana Carolina Pires Inácio + 2 more

Este trabalho investiga fenómenos fonéticos, morfossintáticos e lexicais com vista a uma abordagem no âmbito da variação dialetal do Português Europeu numa região específica de Portugal continental: a Beira Baixa. Com base na análise de dados extraídos de ficheiros de áudio disponíveis no atlas MADISON (Mapa Dialetal Sonoro), que refletem a linguagem quotidiana, observam-se os seguintes traços dialetais que se distanciam da norma-padrão e que distinguem, assim, a variedade da Beira Baixa: a) fonética: palatalização de a tónico, labialização de e tónico, avanço de vogal recuada [ɐ] para vogal não recuada [e], redução da vogal i, inserção de i em posição final de palavra, palatalização de u, monotongação, realização da africada palatal surda, e supressão da fricativa [s] em posição final de palavra; b) morfossintaxe: preposição a antecedendo o infinitivo do verbo, Ele expletivo, pronomes clíticos em próclise, advérbios de lugar em posição pré-verbal, ao depois; c) léxico: vocábulos distintos da norma-padrão e palavras não dicionarizadas.

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  • Research Article
  • 10.24206/lh.v11i1.66852
causas morais da corrupção na administração dos diamantes do Brasil
  • May 12, 2025
  • LaborHistórico
  • Régis Clemente Quintão

Este texto apresenta um documento escrito pelo mordomo-mor do Erário Régio, Tomás Xavier de Lima Vasconcelos Brito Nogueira Teles da Silva, ao intendente dos diamantes, Luís Beltrão de Gouvêa de Almeida. Ao recomendar providências para cessar os abusos na administração dos diamantes em Minas Gerais, a autoridade portuguesa empregou a palavra corrupção, a qual era raramente utilizada nas fontes oficias. A partir do manuscrito, de dicionários coevos e de bibliografia sobre o tema, aponta-se brevemente como a corrupção era percebida neste contexto histórico.

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  • Research Article
  • 10.24206/lh.v11i1.64529
Amalia Guglielminetti futurista
  • Apr 28, 2025
  • LaborHistórico
  • Cristina Iglesias Grande + 1 more

El objetivo de este artículo es analizar la influencia de la estética futurista en los artículos que la escritora Amalia Guglielminetti escribe en la revista Le Seduzioni, fundada y dirigida por ella misma. En sus páginas se refleja la amistad que mantuvo con Filippo Tommaso Marinetti y con otros escritores futuristas que colaboraron en su revista, pero sobre todo las editoriales que escribe en la rúbrica “Con mani di velluto” reflejan algunas de las características de este movimiento, como la actitud provocadora, la concepción antirromántica y sarcástica del amor, y la presencia de una serie de personajes femeninos que conducen coches y simbolizan la velocidad y la modernidad. Aun así, la tendencia futurista se contrapone a la tendencia decadente de nuestra autora, que convierte Le Seduzioni en un espacio en el que diferentes estéticas de finales del siglo XIX y principios del XX configuran un campo de batalla simbólico, sobre todo por lo que se refiere a la representación de la escritora como figura nueva en el campo cultural, y de los personajes femeninos.

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  • Research Article
  • 10.24206/lh.v11i1.65590
Prosódia e percepção da tristeza em relatos de mulheres vítimas de violência doméstica
  • Apr 24, 2025
  • LaborHistórico
  • Michelle Ribeiro + 1 more

A expressão das emoções envolve, entre outros fatores, modificações nos parâmetros prosódicos. Compreender o papel da prosódia na construção de sentidos expressivos é importante, já que todas as línguas possuem entonações diferenciadas e apropriadas para situações e contextos diversos, tais como a expressão de emoções. A percepção que os falantes têm de determinados enunciados devido a particularidades prosódicas pode auxiliar na investigação de como a prosódia contribui para a construção de sentidos. Este estudo está inserido em uma pesquisa mais ampla que investigou características prosódicas da tristeza em relatos de violência doméstica sofrida por mulheres (Ribeiro, 2024). O objetivo do presente estudo foi analisar a percepção da tristeza em trechos extraídos desses relatos. Para tanto, foram selecionados segmentos classificados como tristes e neutros (com base na percepção das pesquisadoras e nas características prosódicas dos trechos) de três vídeos contendo relatos de mulheres vítimas de violência doméstica, disponíveis na plataforma de compartilhamento de vídeos YouTube. Em seguida, esses trechos foram submetidos a testes de percepção: um de atribuição de rótulos de emoções (aberto) e outro de identificação de emoções (fechado), a fim de verificar como falantes nativos percebiam a presença ou ausência de emoções nesses enunciados. Os resultados indicam que os participantes demonstraram um alto grau de concordância ao identificar trechos neutros ou que expressavam tristeza, mesmo em áudios curtos e sem contexto enunciativo, o que sugere que a prosódia pode desempenhar um papel relevante nessa interpretação.

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  • Research Article
  • 10.24206/lh.v11i1.65007
Post tempus stellae luna decima canditur
  • Apr 23, 2025
  • LaborHistórico
  • Fidel Pascua Vílchez

Estudo filológico do fólio 274v do manuscrito BM Ms528 de Cambrai, contendo um sermão anônimo intitulado Post tempus stellae luna decima canditur alleluya alleluya alleluya. Com base em Machielsen (1990), Sousa (2013), Quetglás (2006), entre outros, o objeto de estudo é analisado com o apoio de ferramentas digitais. Como objetivo principal, foi estabelecido averiguar a existência do texto em alguma edição impressa e em outros manuscritos medievais. Derivados deste, estabeleceram-se como secundários: complementar outros trabalhos anteriores sobre o manuscrito; contribuir para os estudos em Filologia Digital por meio da criação de um novo material em suporte informático, com origem em um manuscrito medieval; detectar as divergências entre a versão de Cambrai e as formas canônicas do latim; analisar a organização formal do texto e seu conteúdo; identificar o possível autor; e facilitar o acesso ao texto por meio de uma tradução para o português. Para tanto, foi aplicada uma metodologia baseada na Filologia Digital ou ePhilology, combinando as áreas da Filologia e da Linguística de Corpus, mediante o apoio de ferramentas computacionais, acervos on-line e manuscritos digitalizados. Conclui-se que o sermão, na íntegra, é inédito; existem duas versões parciais impressas; treze manuscritos contém o sermão total ou parcialmente; o título refere-se à proibição de cantar o Aleluia durante a Quaresma; o conteúdo destaca a importância e a responsabilidade dos cargos eclesiásticos; a autoria foi atribuída pela tradição medieval a Agostinho de Hipona, mas a crítica filológica determinou que se trata de uma obra espúria.

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  • Research Article
  • 10.24206/lh.v11i1.66076
Flagelo contra os trages profanos
  • Apr 16, 2025
  • LaborHistórico
  • Thiago Henrique Alvarado

Em meados do século XVIII foi redigido o anônimo Flagelo contra os trages profanos, tratado que procurava combater as superfluidades e os excessos nos adornos e trajes dos portugueses. Fundamentado na doutrina cristã, e exposto a partir da exegese bíblica elaborada por doutores, Padres e santos da Igreja, o tratado expõe as razões para considerar a existência de pecado mortal nos trajes, discute os malefícios do desregramento no vestir e esclarece a importância dos pastores da igreja na correção das faltas dos seus fiéis. O presente estudo consiste na edição do tratado Flagelo contra os trages profanos, localizado no Manuscritos da Livraria n.º 1123 (f. 197-214v) do Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT). Palavras-chave: Edição de documento. Portugal. Moda. Luxo. Igreja.

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  • Research Article
  • 10.24206/lh.v11i1.64071
limites do arcaísmo
  • Apr 9, 2025
  • LaborHistórico
  • Rosane De Souza Santos + 1 more

As fontes documentais remanescentes fornecem bases para investigar diversos aspectos do português popular brasileiro, uma vez que esses registros permitem compreender a constituição histórica da língua. Nesse sentido, no presente artigo, objetiva-se apresentar um estudo do léxico em desuso patente nas Cartas Marienses, documentos fornecidos pelo Corpus Eletrônico de Documentos Históricos do Sertão (CE-DOHS) da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), com base na noção de arcaísmo fundamentada nos trabalhos de Faraco (2005), Isquerdo (2009), Vilela (1997), Villalva (2008), Mattos e Silva (2009) e Machado Filho e Oliveira (2017) e no estudo das cartas que compõem a referida coleção. Como resultado, a partir da leitura atenta das cartas disponíveis no corpus selecionado, foram identificados e analisados sete itens lexicais que parecem representar arcaísmos do português popular brasileiro por serem usos pouco recorrentes na coleção de cartas estudadas, seja por fatores de ordem social e/ou histórica. Foram tecidas também considerações acerca da investigação desenvolvida, com base em consultas em dicionários de referência disponíveis.

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  • Research Article
  • 10.24206/lh.v11i1.66355
“mineirês” e a diversidade dialetal em Minas Gerais
  • Apr 7, 2025
  • LaborHistórico
  • Ana Paula Antunes Rocha

Este texto defende que é necessário considerar patrimônio imaterial de Minas Gerais o dialeto conhecido popularmente como mineirês bem como proceder ao seu registro e à sua salvaguarda. Os processos de registro patrimonial de dialetos e línguas falados em solo brasileiro surgiram nos últimos anos atendendo às recomendações da UNESCO, que, desde a Conferência de 1989, prevê que os Estados Membros comecem a considerar os bens culturais imateriais como passíveis de salvaguarda e cuidado por parte do poder público e dos órgãos de cultura tanto quanto o são os bens materiais. O objeto do texto é interdisiciplinar e demanda uma bibliografia constituída de referenciais de naturezas diversas, como os documentos da UNESCO e dos órgãos de cultura, além dos Projetos de Lei sobre a patrimonialização de dialetos ou línguas. Como os processos de patrimonialização de bens imateriais se fazem a partir da valorização que uma dada comunidade dá a um certo bem, é compreensível que mesmo os textos acadêmicos que tratam do assunto, como este artigo, incluam, em sua bibliografia, matérias e textos de jornais, de revistas, de postagens nas redes sociais, da televisão e do rádio. A caracterização do “mineirês”, por sua vez, vem sendo feita cientificamente há cerca de, no mínimo, quatro décadas, e aponta para uma dificuldade de delimitação dialetal, discutida neste texto.

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  • Research Article
  • 10.24206/lh.v11i1.63511
etimologia de “maracutaia”
  • Mar 25, 2025
  • LaborHistórico
  • Alex Mazzanti Jr

Não é consensual a origem da palavra brasileira maracutaia. Este artigo busca, assim, fazer uma revisão bibliográfica das hipóteses existentes e, a partir de uma nova narrativa, sugerir uma hipótese adicional. Após apresentar a primeira atestação de maracutaia de que temos notícia, segue-se a exposição de uma hipótese indígena e uma hipótese africana. Por fim, sugere-se outra possibilidade: o termo macuta (originalmente, uma moeda africana, mas usado em Gregório de Matos significando “dinheiro de pouco valor”) adquiriu, por proximidade sonora com macuto e possíveis desenvolvimentos semânticos próprios, o sentido de “mentira”, atestado em documento pernambucano do século XVIII. Seu quase sinônimo maracuta (admitidamente de parca atestação) teria também adquirido tal sentido (o que não é atestado). O uso de ma(ra)cuta em contextos como o do documento pernambucano teria levado a seu enriquecimento pragmático, de modo que significasse “o conjunto de mentiras usadas para tramar e executar negócios escusos”, expresso apropriadamente pelo sufixo -aia.