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  • Research Article
  • 10.23925/2176-2724.2025v37i4e71918
Português Música como ferramenta terapêutica para afasia progressiva primária
  • Dec 5, 2025
  • Distúrbios da Comunicação
  • Juliana Envangelista De Morais + 2 more

Introdução: A Afasia Progressiva Primária (APP) é uma doença neurodegenerativa caracterizada pela perda gradual e permanente de componentes da linguagem. Objetivo: Este relato de caso propõe investigar a viabilidade e os efeitos da música como ferramenta fonoaudiológica em uma intervenção com indivíduo com APP. Método: Realizou-se uma intervenção com um indivíduo do sexo masculino, 84 anos, com onze anos de escolaridade e diagnóstico de APP não-fluente/agramatical em estágio moderado. A intervenção com o uso da música teve como objetivo estimular a fluência da fala e a memória, realizada ao longo de 10 sessões, cada uma com 45 minutos de duração, além de reforços diários supervisionados por um cuidador familiar. O participante foi avaliado antes e após o experimento utilizando os instrumentos: Bateria Montreal Toulouse de Avaliação da Linguagem (MTL-Brasil), Avaliação Funcional das Habilidades de Comunicação (ASHA-FACS Brasil) e um questionário sobre a percepção do participante e seu cuidador a respeito dos efeitos da intervenção. Resultados: O uso da música na intervenção fonoaudiológica mostrou-se viável, com adesão tanto do participante quanto da família. Os resultados quantitativos indicaram ligeira melhora em provas de habilidades verbais e praxias não verbais, manutenção em provas de compreensão e piora em provas discursivas. A análise qualitativa apontou benefícios para a compreensão, humor e bem-estar do participante. Conclusão: A música teve efeitos positivos na intervenção com este indivíduo com APP. No entanto, como os resultados foram diversos, não é possível atribuí-los exclusivamente à música, a qual se apresenta como um recurso plausível para a terapia fonoaudiológica.

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  • Research Article
  • 10.23925/2176-2724.2025v37i4e72342
A interação de duas crianças pequenas com Síndrome de Down e suas mães
  • Dec 5, 2025
  • Distúrbios da Comunicação
  • Ana Paula Bellarmino Balbo + 1 more

Introdução: As escolhas terapêuticas do fonoaudiólogo dependem da concepção de linguagem adotada, especialmente quando esta inclui a subjetividade da criança. A partir dessa perspectiva, o estudo aborda a importância da inserção da criança nas cadeias enunciativas e o impacto dessa inserção na aquisição da linguagem. Objetivo: Este estudo tem como objetivo descrever as interações entre duas crianças pequenas com Síndrome de Down e suas mães. Método: Trata-se de uma pesquisa qualitativa, aprovada pelo Comitê de Ética (CAAE 6.857.321), realizada por meio da filmagem de interações lúdicas entre mães e crianças, posteriormente transcritas e analisadas segundo o protocolo de Sinais Enunciativos de Aquisição da Linguagem (SEAL), que permite observar a inserção da criança nas cadeias enunciativas, campo de brotamento da linguagem. Resultado: Ambas as crianças apresentaram sinais enunciativos aquém do esperado para a idade, com interações que se desfazem rapidamente. Observou-se que as mães não sustentam o jogo enunciativo, deixando de reconhecer e significar as manifestações verbais e não verbais das crianças. O discurso materno tende a ocupar um lugar pedagógico, centrado na nomeação e ensino de palavras, com pouca abertura à escuta. A análise sugere que os impasses no desenvolvimento da linguagem não se devem apenas aos poucos recursos linguísticos das crianças, mas também à frágil sustentação enunciativa materna. Conclusão: Conclui-se que análises enunciativas contribuem para ampliar a compreensão dos atrasos de linguagem em crianças com Síndrome de Down, evidenciando a importância do lugar do outro na constituição do sujeito falante.

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  • Research Article
  • 10.23925/2176-2724.2025v37i4e71308
Instrumentos de autoavaliação para mensuração do esforço de escuta em usuários de Implante Coclear
  • Dec 5, 2025
  • Distúrbios da Comunicação
  • Nathalia Porfirio Dos Santos + 1 more

Introdução: A percepção da fala em ambientes desafiadores, caracterizados por reverberação e ruído, demanda maior esforço cognitivo, o que pode ocasionar dificuldades significativas para indivíduos usuários de implante coclear. O conceito de esforço de escuta refere-se ao esforço mental requerido para compreender mensagens auditivas em condições adversas. Objetivo: Revisar a literatura nacional e internacional, identificar os principais instrumentos de autoavaliação empregados na mensuração do esforço de escuta e verificar aqueles especificamente desenvolvidos para usuários de implante coclear. Método: Foi realizado um levantamento bibliográfico de publicações científicas no período de 2014 a 2024, nos idiomas inglês, espanhol e português, com enfoque na aplicação de questionários para avaliação do esforço de escuta em adultos. Os artigos foram selecionados nas bases Cochrane, SciELO, Scopus e BVS (LILACS e MEDLINE). O protocolo de revisão seguiu os critérios do PRISMA para Scoping Review. A triagem inicial considerou título e resumo, visando à identificação de pertinência ao tema, sendo excluídos estudos com mais de dez anos, duplicados ou fora do escopo da pesquisa. Resultados: A busca eletrônica resultou em 600 artigos, dos quais 21 atenderam aos critérios de inclusão. Conclusão: Foram identificados dez instrumentos destinados à avaliação do esforço auditivo, incluindo quatro questionários, cinco escalas e uma técnica qualitativa. Destaca-se o LEQ-CI como o primeiro e único questionário desenvolvido para mensurar a percepção do esforço de escuta em situações do cotidiano em adultos candidatos ou usuários de implante coclear, constituindo ferramenta relevante para pesquisas e práticas clínicas voltadas à reabilitação auditiva.

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  • Research Article
  • 10.23925/2176-2724.2025v37i4e73587
Desempenho fonológico de um grupo de crianças brasileiras que frequentam escola bilíngue
  • Dec 5, 2025
  • Distúrbios da Comunicação
  • Karin Ximenes Genaro + 3 more

Introdução: O bilinguismo na infância tem sido amplamente investigado quanto aos seus efeitos no desenvolvimento linguístico, especialmente na consciência e produção fonológica. Estudos indicam que a exposição simultânea a duas línguas não compromete o desenvolvimento da fala, podendo inclusive favorecer habilidades metalinguísticas e fonológicas, embora resultados variem conforme fatores como idade e contexto educacional. Objetivo: Analisar comparativamente o desempenho fonológico de crianças brasileiras, na faixa etária de 3;3 a 6;0 anos, que frequentam escola bilíngue. Método: Pesquisa de natureza quantitativa, desenvolvida por meio de estudo exploratório. Participaram 120 crianças brasileiras, filhas de pais brasileiros falantes de português, matriculadas em escola bilíngue (Grupo Pesquisa – GP), e 51 crianças brasileiras de escola monolíngue (Grupo Controle – GC). Os participantes foram avaliados individualmente por meio do instrumento de avaliação da Fonologia do Teste ABFW. Resultados: Crianças de escolas bilíngues apresentaram menor prevalência de alterações fonológicas em comparação às de escolas monolíngues. A “simplificação de líquidas” foi o processo fonológico mais frequente. Crianças do grupo monolíngue demonstraram maior probabilidade de apresentar dois ou mais processos fonológicos alterados na nomeação e imitação, indicando associação significativa entre tipo de escola e presença de alterações. Conclusão: Na população estudada, a aquisição simultânea de duas línguas por crianças brasileiras em ambiente linguístico compatível com sua língua materna não esteve associada a prejuízos na aquisição fonológica do português.

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  • Research Article
  • 10.23925/2176-2724.2025v37i4e72189
Funcionalidade de pessoas com Doença de Parkinson
  • Dec 5, 2025
  • Distúrbios da Comunicação
  • Thaíza Stéfani Silva + 2 more

Introdução: A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) é uma ferramenta para classificar a funcionalidade em diferentes condições de saúde, como a Doença de Parkinson (DP). Objetivo: Analisar a funcionalidade na percepção de familiares de pessoas com DP pela CIF. Método: Estudo descritivo e transversal aprovado pelo CEP. Treze familiares de pessoas com DP participaram de entrevistas para levantamento do perfil sociodemográfico e funcionalidade das pessoas sob seus cuidados em 32 categorias da CIF. Resultados: Os familiares, em sua maioria, eram do sexo feminino, cônjuges e média de 51,23 anos de idade. As pessoas com DP apresentaram média de 67 anos e 10,8 anos de tempo de doença. Em Funções do Corpo, familiares referiram deficiências de memória, funções mentais da linguagem, funções vestibulares, voz, articulação, fluência, ritmo da fala e movimentos involuntários. Em Atividade e Participação, as maiores dificuldades relacionaram-se à linguagem oral e escrita e Atividades de Vida Diária (AVD) (tarefas domésticas, comer, vestir-se e lidar com o estresse). Em Fatores Ambientais, a maioria das categorias foram indicadas como facilitadoras e atitudes de amigos e serviços de transporte como barreiras. Conclusão: As dificuldades nas categorias de linguagem, AVD e relacionamentos interpessoais podem aumentar a dependência dos familiares. Conhecer a funcionalidade das pessoas com DP, considerando-se a linguagem e comunicação, a partir da percepção dos familiares, é relevante para o planejamento da intervenção fonoaudiológica, favorecer a autonomia do grupo estudado e a saúde dos familiares.

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  • Research Article
  • 10.23925/2176-2724.2025v37i4e70924
Contribuições do atendimento fonoaudiológico na Atenção Especializada para a população de pessoas trans e travestis no SUS
  • Dec 5, 2025
  • Distúrbios da Comunicação
  • Matheus Dos Santos Roger De Matos + 5 more

Objetivos: Relatar a experiência e a atuação do atendimento fonoaudiológico na atenção especializada do Sistema Único de Saúde (SUS) voltada à população trans e travesti no Ambulatório Identidade Transdiversidade. Métodos: Trata-se de um estudo do tipo relato de experiência, realizado em ambulatórios trans, com ênfase no Ambulatório Identidade Transdiversidade a luz da literatura científica. Resultados: A análise destaca que pelo atendimento fonoaudiológico, essas pessoas conseguem não só mudança vocal, mas redução da discriminação, melhora da autoestima e promoção do bem-estar psicossocial. Os autores entendem a necessidade e urgência, assim como a relevância da necessidade de implementação das políticas públicas para a promoção da saúde integral de pessoas trans e travestis. Conclusão: Existem significativos desafios ao acesso do atendimento fonoaudiológico especializado, e para que esses obstáculos sejam superados é necessário que haja uma abordagem multifacetada voltada à educação e capacitação de profissionais da saúde.

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  • Research Article
  • 10.23925/2176-2724.2025v37i4e72186
Uso de canabidiol em crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista
  • Dec 5, 2025
  • Distúrbios da Comunicação
  • João Victor Bomtempo De Castro + 4 more

Introdução: O transtorno do espectro autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação social e provoca comportamentos repetitivos. O tratamento envolve abordagens terapêuticas e medicamentosas, sendo o canabidiol (CBD) uma alternativa promissora para reduzir sintomas disruptivos e melhorar a interação social. Objetivo: Analisar os efeitos do canabidiol no tratamento de sintomas comportamentais em crianças e adolescentes com TEA, considerando sua eficácia, segurança e interações medicamentosas. Métodos: Esta revisão analisou quatro estudos com 350 participantes, sugerindo redução de sintomas comportamentais. Além disso, houve relatos de melhora na comunicação e efeitos adversos leves. Resultados: Os estudos incluídos nesta revisão de escopo sugerem que o CBD pode apresentar potenciais efeitos benéficos no TEA, mas não houve consenso sobre a superioridade do extrato de planta inteira em relação aos compostos isolados de CBD. Os efeitos variam conforme formulação e gravidade, com avaliações divergentes. A segurança do uso prolongado não está bem estabelecida, e há preocupações sobre interações medicamentosas e riscos metabólicos e cardiovasculares. Conclusão: Esta revisão de escopo mapeou as evidências científicas disponíveis sobre o uso de canabidiol em crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista. Os achados indicam que o canabidiol apresenta potencial terapêutico para sintomas comportamentais do TEA, porém, a heterogeneidade dos estudos e a ausência de pesquisas de longo prazo limitam conclusões definitivas sobre sua eficácia e segurança. São necessárias mais pesquisas para preencher as lacunas de conhecimento e fornecer subsídios para a prática clínica.

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  • Research Article
  • 10.23925/2176-2724.2025v37i4e72030
Instrumentos de autoavaliação vocal
  • Dec 5, 2025
  • Distúrbios da Comunicação
  • Vitor Sérgio Borges + 5 more

Introdução: o uso de instrumentos de autoavaliação vocal é fundamental na formação clínica de estudantes de Fonoaudiologia, exigindo habilidades específicas para sua aplicação e interpretação. Ferramentas digitais podem facilitar esse processo, promovendo maior familiaridade com instrumentos validados. Objetivo: apresentar uma ferramenta digital desenvolvida exclusivamente para fins didáticos, que permite o preenchimento automatizado de instrumentos de autoavaliação vocal, auxiliando no ensino e treinamento de estudantes de Fonoaudiologia. Descrição: a ferramenta foi elaborada no software Microsoft Excel® para Microsoft 365®, utilizando os conteúdos originais dos seguintes instrumentos traduzidos e/ou validados para o português brasileiro, sem modificações em estrutura ou escore: Qualidade de Vida em Voz (QVV), Perfil de Participação e Atividade Vocais (PPAV), Índice de Desvantagem Vocal 10 (IDV-10), Índice de Fadiga Vocal (IFV), Escala de Desconforto do Trato Vocal (EDTV), Escala de Sintomas Vocais (ESV), Protocolo de Estratégias de Enfrentamento na Disfonia (PEED), URICA-VOZ e Questionário de Saúde e Higiene Vocal (QSHV). A ferramenta foi organizada em 11 planilhas, divididas em “Dados gerais”, “Instrumentos” e “Síntese dos resultados”. A automatização dos cálculos permite que os escores sejam apresentados de forma clara, respeitando as fórmulas publicadas nos estudos originais. Considerações finais: a ferramenta digital constitui um recurso educacional útil para o desenvolvimento de competências na aplicação e interpretação de instrumentos de autoavaliação vocal. Não se trata de uma versão validada para uso clínico, tampouco se pretende estabelecer equivalência psicométrica com os formatos impressos. Seu uso está restrito ao ambiente acadêmico supervisionado.

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  • Research Article
  • 10.23925/2176-2724.2025v37i4e71990
Autopercepção de fadiga vocal no pós-operatório tardio de indivíduos submetidos à tireoidectomia
  • Dec 5, 2025
  • Distúrbios da Comunicação
  • Luiza Ignez França + 4 more

Introdução: a tireoidectomia é amplamente utilizada no tratamento de doenças tireoidianas, podendo causar alterações vocais persistentes, como a fadiga vocal, que impactam negativamente a qualidade de vida. Objetivo: identificar a autopercepção de fadiga vocal em indivíduos no pós-operatório tardio de tireoidectomia e compará-la com os achados e aos dados sociodemográficos (sexo, tempo de cirurgia, tipo de nódulo e tratamento realizado). Método: estudo observacional, transversal e analítico, realizado em hospital universitário com amostra por conveniência. Foram incluídos pacientes ≥18 anos, com ≥1 ano de pós-operatório de tireoidectomia, sem histórico de cirurgias laríngeas ou outras neoplasias associadas. Foram coletados dados de sexo, idade, cor autodeclarada, tempo de cirurgia, tipo de nódulo, tipo de tratamento (cirurgia isolada ou associada à iodoterapia/radioterapia), realização de fonoterapia e queixas vocais. Aplicou-se o Índice de Fadiga Vocal (IFV) e utilizaram-se os testes de Mann-Whitney e Kruskal-Wallis, com p < 0,05. Resultados: participaram 29 indivíduos, com média de idade de 54,8 anos, maioria do sexo feminino (86,3%) e autodeclarados pardos (62,1%). O tempo de pós-operatório variou entre 1 e 10 anos, predominando os diagnósticos de nódulo maligno (68,9%). Entre os participantes, 79,3% não faziam fonoterapia e 75,8% relataram queixas vocais. As médias dos fatores 1, 2 e 3 do IFV foram 6,89; 3,06; e 2,37, com os fatores 1 e 3 acima da nota de corte. O fator 4 teve média de 6,34, sugerindo pouca recuperação com repouso. O escore total do IFV foi elevado em 82,7% dos participantes. Não houve diferença significativa entre o escore e variáveis sociodemográficas ou clínicas. Conclusão: indivíduos submetidos à tireoidectomia no pós-operatório tardio percebem fadiga vocal persistente, independentemente de sexo, tempo de cirurgia, tipo de nódulo ou tratamento realizado.

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  • Research Article
  • 10.23925/2176-2724.2025v37i4e73322
Análise comparativa de vocabulário de crianças ouvintes e com deficiência auditiva incluídas em escola regular
  • Dec 5, 2025
  • Distúrbios da Comunicação
  • Gracieli Santos Macedo + 4 more

Introdução: A perda auditiva, mesmo que leve, limita o acesso à informação auditiva necessária para desenvolver a fala e a linguagem, além das habilidades sociais e acadêmicas da criança, trazendo prejuízos a sua comunicação. Objetivo: analisar a diferença de vocabulário entre crianças ouvintes e crianças com deficiência auditiva inseridas em escola regular, pareadas quanto à idade cronológica. Método: Foram avaliadas 41 crianças com deficiência auditiva entre 7 e 12 anos de ambos os gêneros, usuárias de aparelho de amplificação sonora individual acompanhadas em um centro de saúde auditiva no estado de São Paulo. Foram avaliadas também 41 crianças com audição normal que compõem o grupo normo ouvintes. A avaliação do vocabulário foi realizada por meio de um teste de vocabulário receptivo Peabody Picture Vocabulary Test (PPVT-4). Resultados: A pontuação média obtida de escore padrão no teste de vocabulário receptivo (PPVT-4) das crianças com deficiência auditiva foi de 56 pontos, que equivale a -3DP, e a das crianças ouvintes do grupo controle foi de 109 pontos, equivalente a +1 DP. Conclusão: concluiu-se que as idades cronológicas e equivalentes em cada grupo demonstram que, no grupo controle, as crianças tendem a ter idade equivalente maior que a cronológica, ocorrendo o oposto no grupo de crianças com deficiência auditiva. Além disso, observou-se que esta diferença tende a aumentar com o aumento da idade cronológica nos dois grupos.