Abstract

Correntes contra-hegemônicas vêm surgindo na reformulação de um discurso clássico de direitos humanos. Assim, a partir da experiência de coletividades periféricas, pretende-se a inserção de novos atores no debate de direitos humanos, bem como a ampliação e reestruturação crítica do que venha a ser sua prática. É nesse cenário que se interpõe o Rap do grupo Menestreis MC’s, atuante na cidade de João Pessoa/PB, como forma de ação política e emancipação. Pretende-se observar a contribuição do grupo na possível ressignificação de uma Educação em Direitos Humanos. Utilizou-se, portanto, a revisão bibliográfica e a análise de trechos das letras de música.

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