Abstract

Este artigo pretende realizar uma análise da historiografia literária de Antonio Candido, expressa em Formação da literatura brasileira (1959). Compreender a arquitetura textual de Candido como uma narrativa de passagem, na qual são selecionados os momentos decisivos da literatura brasileira, indica uma permanente tensão entre tradição e modernidade e o caráter incompleto de nossa formação literária. Assim, de maneira a abarcar a relação entre tradição e modernidade, fundadora de uma literatura nacional, propomos uma chave de leitura schilleriana. Desse modo, talvez seja possível, a partir da passagem de uma literatura de traço ingênuo para uma de caráter sentimental, identificar o sentido da teoria da formação da literatura brasileira expressa por Candido

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