Abstract

O presente artigo analisa os dilemas de representação na carreira e obra do ator e diretor mexicano Emilio “El Indio” Fernández a partir dos melodramas Flor Silvestre (1942), Las Abandonadas (1945), Pueblerina (1949) e especialmente Maria Candelária (1944) e La Perla (1947). Na disputa pela formulação de uma iconografia nacional através do cinema, os filmes de Fernández foram pioneiros na inserção da experiência indígena e na inclusão de debates sobre justiça social. No entanto, por outro lado, esse avanço é marcado por inúmeras contradições, tais como uma naturalizada violência de gênero e o fortalecimento de conservadores modelos de masculinidade.

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