Abstract
Diversas iniciativas de turismo de base comunitária vêm buscando, como estratégia para o seu fortalecimento, a articulação por meio da formação de redes. O presente trabalho examina essas redes a partir de uma abordagem teórica, realizada por meio de pesquisa bibliográfica apoiado em autores como Capra (1996, 2002), Castells (1999, 2013), Scherer-Warren (2006, 2007) e Rovere (1999); e pesquisa documental em materiais produzidos pela Rede Turisol e Rede Tucum. O estudo apresentou que as Redes de Turismo de Base Comunitária constituem redes sociais de contrapoder constituídas por diferentes níveis de colaboração. Nelas, as conexões ocorrem por meio de um processo de comunicação que cria um contexto de significados e valores comuns que permite que os diversos nós envolvidos construam um sentimento de identidade e pertencimento enquanto membro da rede, fortalecendo a luta por um outro modelo de organização do turismo.
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