Year Year arrow
arrow-active-down-0
Publisher Publisher arrow
arrow-active-down-1
Journal
1
Journal arrow
arrow-active-down-2
Institution Institution arrow
arrow-active-down-3
Institution Country Institution Country arrow
arrow-active-down-4
Publication Type Publication Type arrow
arrow-active-down-5
Field Of Study Field Of Study arrow
arrow-active-down-6
Topics Topics arrow
arrow-active-down-7
Open Access Open Access arrow
arrow-active-down-8
Language Language arrow
arrow-active-down-9
Filter Icon Filter 1
Year Year arrow
arrow-active-down-0
Publisher Publisher arrow
arrow-active-down-1
Journal
1
Journal arrow
arrow-active-down-2
Institution Institution arrow
arrow-active-down-3
Institution Country Institution Country arrow
arrow-active-down-4
Publication Type Publication Type arrow
arrow-active-down-5
Field Of Study Field Of Study arrow
arrow-active-down-6
Topics Topics arrow
arrow-active-down-7
Open Access Open Access arrow
arrow-active-down-8
Language Language arrow
arrow-active-down-9
Filter Icon Filter 1
Export
Sort by: Relevance
  • Open Access Icon
  • Research Article
  • 10.20396/rho.v25i00.8682574
Apresentação do Dossiê
  • Feb 19, 2026
  • Revista HISTEDBR On-line
  • José Claudinei Lombardi + 2 more

Retornando a uma experiência anteriormente adotada, o Comitê de Política Editorial da Revista HISTEDBR On Line publica, em 2025, o dossiê intitulado A crise estrutural do capital e as pedagogias contra-hegemônicas. O tema em questão propõe a discussão da crise estrutural pela qual passa o modo de produção capitalista, ou seja, aquela que se estende desde o final dos anos 1960 e adentra o século XXI; e como as pedagogias contra-hegemônicas se colocam nesse momento histórico.

  • Open Access Icon
  • Research Article
  • 10.20396/rho.v25i00.8682576
Editorial
  • Feb 19, 2026
  • Revista HISTEDBR On-line
  • Régis Henrique Dos Reis Silva + 1 more

É no contexto de intensificação da crise estrutural do Capital marcada pelo acirramento de conflitos armados, genocídio, desastres ambientais, avanço de pautas ultra-conservadoras, que impactam a formação das novas gerações, que a Revista Histedbr On-line publica o volume 25, consolidando um ciclo editorial publicado integralmente no sistema de fluxo contínuo. Esta edição reafirma a diversidade institucional, temática e teórico-metodológica que caracteriza a produção do conhecimento em Educação produzida pelo grupo ao longo das últimas décadas, com artigos publicados por autores nacionais provenientes de todas as regiões do Brasil, e internacionais como Argentina e Chile. Ressalta-se, ainda, a valiosa colaboração de pareceristas que, com rigor acadêmico-científico qualificam a decisão editorial. Nesse volume retomamos a publicação de Dossiês, abrindo com a temática “A crise estrutural do capital e as pedagogias contra-hegemônicas”. Apesar do cenário de crises, 2025 foi um ano de celebração para a Revista Histedbr On-Line, que completou 25 anos de atividade ininterrupta. Em 26 de setembro de 2025, foi realizado um evento comemorativo na Unicamp que homenageou a memória da Professora Olinda Maria Noronha e promoveu debates fundamentais sobre a resistência ao produtivismo e a importância da socialização pública do conhecimento científico. Ao concluir este volume, a Revista Histedbr On-Line reafirma seu compromisso com a divulgação do conhecimento educacional e com a produção de uma ciência que sirva como arma teórica na luta dos trabalhadores. Convidamos toda a comunidade acadêmica a explorar as reflexões aqui presentes e a acompanhar as próximas edições deste importante espaço público de debate educativo.

  • Open Access Icon
  • Research Article
  • 10.20396/rho.v25i00.8681247
O cenário atual das pedagogias (contra)hegemônicas e a educação a serviço do capital
  • Feb 11, 2026
  • Revista HISTEDBR On-line
  • Daniela Cristina Da Silva Garcia + 2 more

O presente artigo analisa as contradições impostas à educação pela crise estrutural do capital, discutindo como as pedagogias que se denominam contra-hegemônicas, especialmente de base pós-moderna, acabam reproduzindo a lógica capitalista que pretendem superar. A partir de uma pesquisa de tipo bibliográfica no banco de teses e dissertações da Capes (2018–2021), identificou-se a predominância de autores como António Nóvoa e Maurice Tardif na formação docente, cujas concepções enfatizam a subjetividade, a autonomia e a experiência, deslocando o foco das determinações materiais do trabalho educativo. Com base no materialismo histórico-dialético e na categoria da divisão social do trabalho, esse estudo - que tem como objetivo alertar o quanto pretensas novas roupagens pedagógicas, na verdade, favorecem a manutenção do status quo - analisa criticamente os referenciais em questão e demonstra que tais perspectivas reforçam a alienação e o individualismo próprios do capitalismo, esvaziando o caráter político e coletivo da educação.

  • Open Access Icon
  • Research Article
  • 10.20396/rho.v25i00.8681170
Educação digital crítica e economia do conhecimento
  • Feb 11, 2026
  • Revista HISTEDBR On-line
  • Thiago Santos Da Silva

O avanço das tecnologias digitais impôs à educação o desafio de superar a lógica transmissiva e consolidar práticas voltadas à produção colaborativa do conhecimento. Levantamento do Tribunal de Contas de Santa Catarina (2025) revelou que a maioria dos municípios não possui políticas formais de educação digital, tampouco comissões responsáveis por sua implementação. Este artigo, fundamentado em Paulo Freire, Pierre Bourdieu, Paul Romer e teorias de gestão do conhecimento, propõe um modelo de educação digital crítica, que articula dimensões pedagógicas, sociológicas, econômicas e organizacionais. Argumenta-se que a ausência de políticas estruturadas compromete a democratização do capital cultural e a formação de uma economia do conhecimento inclusiva. Como encaminhamento prático, sugerem-se estudos de caso em escolas, de modo a validar empiricamente o modelo proposto e gerar evidências aplicadas para formulação de políticas públicas.

  • Open Access Icon
  • Research Article
  • 10.20396/rho.v25i00.8680791
Vigotski e as questões educacionais de seu tempo
  • Feb 11, 2026
  • Revista HISTEDBR On-line
  • André Wagner Rodrigues Sousa + 2 more

Por meio da pesquisa bibliográfica, com viés qualitativo, amparada pelos pressupostos teóricos do materialismo histórico dialético, o artigo relaciona as concepções de educação presentes na obra de Vigotski ao contexto histórico de produção das pedagogias contra-hegemônicas vigentes na passagem do século XIX para o XX. Objetivou-se demonstrar como os princípios educativos evidenciados nas contribuições do pensador bielorrusso para a formulação da teoria histórico-cultural do desenvolvimento humano revelam-se legatários das concepções de educação desenvolvidas pelas correntes políticas revolucionárias atuantes em sua época. Nas considerações finais, defende-se que o esquema conceitual teórico de Vigotski apresenta relevante contribuição para a necessária crítica ao modelo educacional de matriz liberal, ao mesmo tempo em que oferece os fundamentos para a formulação de uma práxis educativa crítica na atualidade.

  • Open Access Icon
  • Research Article
  • 10.20396/rho.v25i00.8682325
Pedagogia crítico-social dos conteúdos
  • Feb 11, 2026
  • Revista HISTEDBR On-line
  • José Carlos Libâneo

O presente texto tem origem no curso “História das ideias pedagógicas no Brasil: estudo das pedagogias contra hegemônicas", promovido pelo Grupo de Estudos e Pesquisas História, Sociedade e Educação no Brasil (HISTEDBR). Este texto foi reorganizado com base na exposição oral realizada em transmissão online no referido curso. Abordarei quatro tópicos: o contexto histórico do surgimento da PCSC; as origens teóricas e os fundamentos teórico-práticos da PCSC; a transição da PCSC à didática desenvolvimental; a aposta por uma escola socialmente justa.

  • Open Access Icon
  • Research Article
  • 10.20396/rho.v25i00.8681218
A centralidade do trabalho como categoria educativa nas pesquisas jurídicas
  • Feb 11, 2026
  • Revista HISTEDBR On-line
  • João Pedro Ribeiro Carrijo + 1 more

O artigo tem como objetivo oferecer apontamentos críticos para a retomada da centralidade do trabalho como categoria educativa nas pesquisas jurídicas, entendida aqui não em seu sentido restrito de ensino formal, mas como orientação metodológica e formativa para pesquisadores(as). Partindo da crítica às teses que anunciaram o “fim do trabalho” e o declínio da classe trabalhadora, o estudo reafirma o trabalho como fundamento ontológico do ser social e como mediação central da sociabilidade. Metodologicamente, a investigação inscreve-se no materialismo histórico-dialético, em diálogo com a tradição crítica. A análise evidencia como a centralidade do trabalho pode iluminar diferentes ramos jurídicos - civil, penal, do trabalho, empresarial, tributário, internacional, ambiental e constitucional -, revelando as contradições entre igualdade formal e desigualdade material, bem como o papel do direito na reprodução das relações de exploração. Conclui-se que o trabalho, enquanto categoria educativa, oferece não apenas um princípio teórico, mas também uma chave metodológica para orientar investigações críticas no campo jurídico, em diálogo permanente entre teoria e prática.

  • Open Access Icon
  • Research Article
  • 10.20396/rho.v25i00.8682326
Pedagogias hegemônicas e contra-hegemônicas contemporâneas
  • Feb 11, 2026
  • Revista HISTEDBR On-line
  • Newton Duarte

O texto apresenta uma análise crítica das pedagogias hegemônicas e contra-hegemônicas no contexto da educação brasileira, a partir da perspectiva da pedagogia histórico-crítica, fundamentada no marxismo. O autor relata a sua trajetória acadêmica e política, marcada pelo contacto com Paulo Freire e, sobretudo, com Dermeval Saviani, cuja obra orienta a defesa da escola como espaço de socialização do saber sistematizado. Segundo Saviani, a função política transformadora da escola realiza-se quando ela garante a todos o acesso aos conhecimentos científicos, artísticos e filosóficos mais desenvolvidos pela humanidade. O texto critica o processo de esvaziamento dos currículos escolares e de descaracterização do trabalho docente, intensificado desde a década de 1970, atribuindo papel central às pedagogias hegemônicas do “aprender a aprender”. Estas, influenciadas pelo neoliberalismo e pelo pós-modernismo, desvalorizam o ensino, relativizam o conhecimento, privilegiam a adaptação ao mercado e reduzem a educação a processos pragmáticos e instrumentais. São identificados quatro princípios dessas pedagogias: a primazia da aprendizagem autónoma sobre o ensino; a valorização do processo em detrimento do conteúdo; a centralidade dos interesses imediatos dos alunos; e a adaptação passiva à sociedade existente. Em oposição, a pedagogia histórico-crítica defende a formação de sujeitos capazes de compreender e transformar a realidade social, partindo da ideia de que o capitalismo é uma sociedade historicamente esgotada e eticamente insustentável. A educação, enquanto mediação da prática social, deve elevar o nível cultural geral e contribuir, de forma indireta, mas decisiva, para projetos coletivos de transformação social, por meio da universalização do conhecimento objetivo e historicamente produzido.

  • Open Access Icon
  • Research Article
  • 10.20396/rho.v25i00.8682334
Análise das teorias pedagógicas à luz da filosofia e da história
  • Feb 11, 2026
  • Revista HISTEDBR On-line
  • Dermeval Saviani

Para efetuar a análise das teorias pedagógicas à luz da filosofia e da história, penso que o procedimento considerado pertinente é começar pelas concepções básicas de educação, indicando suas características filosóficas e situando-as historicamente, o que farei retomando, a partir deste ponto à quinta página deste texto, em versão condensada e adaptada, o livro A pedagogia no Brasil: história e teoria (Saviani, 2021a). Seguindo o procedimento indicado, começo por enunciar as principais concepções de educação, as quais podem ser agrupadas em cinco grandes tendências: a concepção humanista tradicional, desdobrada em duas vertentes, a religiosa e a laica; a concepção humanista moderna; a concepção analítica; a concepção crítico-reprodutivista; e a concepção dialética ou histórico-crítica. Conforme nossa hipótese de trabalho, cada uma dessas concepções pode ser considerada segundo três níveis: a filosofia da educação, a teoria da educação ou pedagogia e a prática pedagógica, os quais, porém, têm pesos diferentes e se combinam diferentemente conforme variam as concepções.

  • Open Access Icon
  • Research Article
  • 10.20396/rho.v25i00.8682035
Criando intelectuais
  • Feb 10, 2026
  • Revista HISTEDBR On-line
  • Evaldo Amaro Vieira

O artigo analisa criticamente o papel dos intelectuais a partir da leitura heterodoxa do marxismo, conforme a denominação de Maurício Tragtenberg e tomando como eixo central as formulações de Jan Waclav Makhaïski. Ao discutir a distinção entre trabalho simples e trabalho complexo, o autor evidencia como a intelectualidade, mesmo não sendo proprietária dos meios de produção, constitui uma camada privilegiada que se apropria de parte significativa da riqueza social por meio do monopólio do conhecimento. Nesse sentido, o “socialismo dos intelectuais” aparece como um projeto que mantém a divisão social do trabalho e reproduz novas formas de dominação burocrática. O texto examina ainda a crítica de Makhaïski ao socialismo estatal e ao papel dos “colarinhos brancos”, destacando a permanência de estruturas elitistas mesmo após processos revolucionários. Ao final, discute-se a constituição histórica da intelectualidade e suas metamorfoses entre casta, camada e classe.