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  • Research Article
  • 10.14393/ll63-v33n2a2017-5
A retextualização como prática de produção de textos no Ensino Fundamental: os resultados de uma experiência
  • Nov 8, 2017
  • Letras & Letras
  • José Calais Cerqueira Neto + 1 more

Neste artigo, apresentamos a síntese de uma pesquisa que realizamos com uma turma do nono ano do Ensino Fundamental de uma escola pública do interior da Bahia. A partir do tema violência urbana, os alunos realizaram atividades de leitura, assistiram a vídeos, escreveram roteiros e entrevistaram um locutor de rádio local, para, por fim, e como objetivo principal, procederem à retextualização da entrevista da modalidade oral para a modalidade escrita da língua. Neste trabalho, analisamos as operações e estratégias de retextualização de um dos discentes da turma, por considerarmos que este represente as competências e habilidades médias da maioria dos alunos investigados. A análise do corpus, ainda que restrito, permitiu a identificação do emprego de sete das nove operações propostas no modelo. Isso comprovou o amadurecimento linguístico do aluno no que diz respeito à normatização de um texto escrito, pois, foi possível concluir que seu domínio sobre a produção textual escrita foi ampliado, à medida que a proposta pedagógica foi sendo desenvolvida, culminando com o processo de retextualização. O desempenho desse aluno comprovou a viabilidade da retextualização como proposta metodológica para o ensino de língua portuguesa envolvendo o gênero discursivo entrevista nas duas modalidades da língua.

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  • Journal Issue
  • 10.14393/ll63-v32n4a2016
  • Dec 31, 2016
  • Letras & Letras

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  • Research Article
  • 10.14393/ll65-v32n3a2016-13
Sujeitos surdos e discurso: a construção identitária e as relações de ensino
  • Nov 3, 2016
  • Letras & Letras
  • Vânia Maria Lescano Guerra + 1 more

Esta pesquisa tem como objetivo estudar, a partir de uma perspectiva discursiva da linguagem (CORACINI, 2005 e 2007; MASCIA E SILVA JÚNIOR, 2009; FOUCAULT, 1985), as interferências da LIBRAS na marcação de tempo e em outros aspectos da gramática da Língua Portuguesa mediante análise de mensagens de surdos via inbox pela rede social Facebook. tendo em vista a especificidade da língua em questão. Também problematizar os discursos presentes na sociedade a respeito da língua em questão como do sujeito surdo numa sociedade que caminha em busca de melhor atender a necessidade das pessoas com deficiência. Assim, para um estudo sobre os enunciados da LIBRAS transcritos para a língua portuguesa - LP - na modalidade escrita por sujeitos surdos, analisamos os aspectos linguísticos da Língua Brasileira dos Sinais - LIBRAS, a estrutura dos sinais que dão forma aos discursos dos surdos e qual a relação entre esses dois sistemas linguísticos totalmente diferentes, a Língua de Sinais - LS e a LP, no processo de ensino aprendizagem desses sujeitos. Para este estudo, partimos das discussões a respeito da importância da LIBRAS no processo de ensino aprendizagem dos surdos e de como ensinar a LP, considerando as relações de poder que existem entre aluno surdo e professor ouvinte, aluno surdo e sociedade. Utilizamos como procedimento metodológico a seleção de mensagens trocadas com surdos da cidade de Nova Andradina e Campo Grande, estado de Mato Grosso do Sul, por inbox, recolhidas da rede social Facebook. A análise é especialmente focada em como ocorre a marcação de tempo nos discursos desses sujeitos, que podem transmitir suas ideias de forma coerente, desde que considerem os aspectos linguísticos de sua língua materna- LM, LIBRAS. Mesmo encontrando barreiras por parte de alguns profissionais da educação e da sociedade a LIBRAS é, de fato, a primeira língua da comunidade surda brasileira, servindo de apoio para que seus membros possam aprender outras linguagens na sua modalidade escrita.

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  • Research Article
  • Cite Count Icon 1
  • 10.14393/ll62-v31n2a2015-4
Portuguese
  • Dec 29, 2015
  • Letras & Letras
  • Flávio Brandão Silva + 1 more

O estudo da Lingua Portuguesa, em geral, ainda se ancora nos modelos normativos e metalinguisticos da gramatica tradicional, pouco ajudando o aluno a desenvolver uma reflexao sobre a lingua e suas estruturas. Tal panorama constitui um desafio a ser superado no processo de formacao de professores. O ensino de Lingua Portuguesa deve ter como parâmetro uma concepcao que privilegie, no processo de aquisicao, o aprimoramento da lingua materna, a historia, o sujeito e o contexto, deixando de ser somente o repasse de regras ou mera nomenclatura da gramatica tradicional, para oportunizar atividades escolares mais proximas das praticas sociais letradas e cidadas, o que, alias, deve ser tambem o foco da formacao de professores. Em tempos de inclusao social, a variacao linguistica insere-se nos conteudos da disciplina de lingua portuguesa na escola, com o objetivo de colocar em evidencia os varios usos da linguagem, bem como a diversidade cultural existente nos diferentes grupos, espacos e regioes. Assim sendo, este trabalho buscou verificar quais sao as crencas do aluno de Letras – valoracao positiva ou negativa, segundo os estudos de Crencas e Atitudes Linguisticas – quanto ao processo de ensino-aprendizagem da lingua materna na escola. Para tal intento, utilizou-se a tecnica do questionario, com sete questoes abertas, uma vez que a pesquisa e de natureza qualitativa e nao quantitativa. Participaram da pesquisa dezenove informantes, academicos formandos do curso de Letras de uma universidade publica do Parana. Os resultados apontaram que as crencas dos informantes sao negativas em relacao ao ensino de lingua portuguesa na escola e que ha certa estigmatizacao quanto ao estudo da variacao linguistica.

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  • Research Article
  • 10.14393/ll62-v31n2a2015-8
Portuguese
  • Dec 29, 2015
  • Letras & Letras
  • Tais Silva

Os trabalhos sobre variação do português brasileiro (PB) avançaram no sentido de documentar e explicar a língua. Percebe-se, contudo, um abismo separando ensino e pesquisa, pois o conhecimento científico não tem extrapolado, em todas as suas potencialidades, as fronteiras dos muros acadêmicos. Observa-se, paradoxalmente, que o mercado editorial sobre ensino de língua materna cresce com vigor, porém, privilegia aspectos pedagógicos e metodológicos, como que normatizando a conduta do professor, pouco explorando a apresentação dos fenômenos variáveis. Nesse sentido, se já não formamos mais professores voltados para a defesa do purismo linguístico, como há alguns anos atrás, hoje formamos profissionais muito bem treinados para o discurso acerca da variação, mas com pouco conhecimento dos fenômenos variáveis. Isso se evidencia no modo como alguns desses profissionais classificam certas variantes estigmatizadas: "diferente", "não quer dizer que é errada", "apenas inadequada" - o que deixa entrever o predomínio de um tom valorativo (com o cuidado de ser politicamente correto) no modo como descrevem tais variantes. O papel da sociolingüística, no entanto, consiste não apenas em promover a tolerância à variação, mas levar à compreensão de seus mecanismos. Neste artigo, buscamos reunir algumas das contribuições da sociolingüística para o ensino de língua e discutir se essa disciplina tem cumprido a tarefa de mostrar ao professor a pluralidade linguística (o que é necessário para que ele perceba como legítimas as variedades com as quais vai se deparar em sala de aula) ou tem se limitado a normatizar comportamentos desejáveis ao professor, constituindo, assim, mais uma fonte reguladora da prática docente.

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  • Research Article
  • 10.14393/ll62-v31n2a2015-6
Portuguese
  • Dec 29, 2015
  • Letras & Letras
  • Ana Vieira Barbosa

Acredita-se que o aluno de lingua estrangeira recorre ao conhecimento que tem da sua propria lingua como suporte ou referencia para a aprendizagem de uma(s) lingua(s) estrangeira(s) (Pereira 2001). Assim, tendencialmente, proximidades estruturais entre as linguas em questao tornariam menos arduo o caminho do aluno. No caso do portugues, lingua estrangeira, e do mandarim, lingua materna, essas proximidades nao existem, pelo que o caminho de aprendizagem se afigura como mais arduo e desamparado. A reflexao empreendida ao longo deste trabalho visa expor de forma problematizadora algumas das alternativas de que o docente dispoe para aumentar a eficacia do processo de ensino-aprendizagem, sobretudo nos casos em que a lingua materna nao se presta a servir de suporte ou referencia para a aprendizagem de uma nova lingua. Nesta medida, consideram-se conceitos como os de metalinguagem, consciencia linguistica, consciencia metalinguistica e conhecimento explicito da lingua. Reflete-se na relacao do aluno com a lingua a aprender e no que seriam caminhos facilitativos dessa aprendizagem. Esta reflexao passa por aspetos como o conhecimento intuitivo e o conhecimento explicito das linguas (Duarte 2008), por procurar perceber ate onde e porque devemos (ou nao) avancar em relacao ao desenvolvimento de uma consciencia metalinguistica, visando o aumento qualitativo da eficacia comunicativa. Os conceitos referidos, ainda que exigindo do aluno uma superior capacidade reflexiva em relacao a aspetos estruturais da lingua, constituem mecanismos de suporte do conhecimento que a longo prazo poderao potenciar a eficacia do processo de ensino-aprendizagem e, por consequencia, melhorar o desempenho comunicativo do aluno.

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  • Research Article
  • 10.14393/ll64-v31n1a2015-11
Portuguese
  • Jul 1, 2015
  • Letras & Letras
  • Larissa Drigo Agostinho

Pretendemos neste texto tratar da relacao entre literatura, teoria e politica na obra de Nathalie Quintane. O livro em questao, Descente de mediums, discute, a partir do espiritismo a relacao entre literatura, pensamento e politica, buscando criticar toda perspectiva centrada numa crenca em nome de uma relacao entre literatura e realidade reconfigurada. Trata-se de discutir, no interior da literatura, a relevância politica desta ou pensa-la como uma decisao num cenario pos-morte do autor. Salientaremos nao apenas as novidades teoricas desta escrita para a critica literaria, bem como as experiencias narrativas que reconstroem uma nova literatura engajada.

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  • Research Article
  • 10.14393/ll64-v31n1a2015-10
Portuguese
  • Jul 1, 2015
  • Letras & Letras
  • Luciana Camargo

A contemporaneidade, ao (re)pensar a relacao literatura e cânone, instiga a revisitacao de suas fronteiras de modo que vozes “ex-centricas” possam se deslocar das margens para serem ouvidas independentes de seu locus . Tais vozes carregam consigo uma infinitude de representacoes e identidades que ecoam na sua configuracao e independencia como e o caso de um dos temas mais retomados atualmente: o pos-colonialismo. Mas, ao repensar o cânone no Brasil, o nome de Machado de Assis (1839-1908) esta naturalmente presente. As obras desse reconhecido autor tem sido (re)discutidas por sua escritura literaria amalgamar aspectos interessantes em termos de literariedade e da capacidade de dialogar com o homem atemporal. Partindo dessas reflexoes, nosso ensaio analisa o conto machadiano, Cantiga de esponsais (1884), sob duas perspectivas. Na primeira, observamos um Machado que transforma um enredo cotidiano em um texto cujo manejo estetico permanece provocante. Assim, temos a complexa questao do cânone literario, instigando multiplos e dicotomicos olhares sobre tradicao e ruptura. Na segunda, a topoanalista: o estudo minucioso do espaco literario e o entendimento do espaco como uma categoria privilegiada para a compreensao dos multiplos efeitos de sentido que um texto literario pode suscitar nessa contemporaneidade tao “eterna”.

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  • Research Article
  • 10.14393/ll60-v30n2a2014-21
Portuguese
  • Dec 18, 2014
  • Letras & Letras
  • Cláudio Carmo

Conforme Kennedy (1998), ecologia linguística é uma das quatro áreas de trabalho em Linguística de Corpus, ocupando-se da análise de padrões lexicais de que um determinado item faz parte, tendo como objetivo descrever sentidos a que um item se associa, em quais estruturas ele aparece e qual correlação existe entre seu uso e o sentido a ele atribuído. A partir disso, procura-se ter acesso a seu valor na organização do texto. Tendo esse pressuposto como base, trabalhando na interface entre estudos de corpora, Linguistica Sistêmico-Funcional e Análise Crítica do Discurso, pretende-se analisar o item sustentabilidade em um corpus de pequena dimensão (SINCLAIR, 2001) de textos coletados na internet, para procurar entender o que é central tematicamente e o que margeia os discursos a ele associados, com foco no entendimento do ecossistema social (LEMKE, 2003). Entendemos, apoiando-nos em Martin (1992) e Eggins (1994), que as relações lexicais são relevantes para a compreensão de fenômenos linguísticos e, em Willians (1976), que existem itens culturalmente relevantes. Mas essa relevância também é produzida sócio-historicamente, logo, por consequência disso, hoje se tornando relevante especialmente por causa do processo de globalização, em que novos (ou a recontextualização/rearticulação de velhos) discursos passaram a ter maior alcance devido às novas temporalidades e espacialidades permitidas pelas novas tecnologias de informação. Descrevendo a ecologia do item sustentabilidade, procuramos adentrar na organização social que cerca o tema no contexto global.