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  • Research Article
  • 10.4013/fsu.2025.261.09
Artificial intelligence, extended cognition, and the narratives of cyberimmortality
  • Apr 1, 2025
  • Filosofia Unisinos
  • Léo Peruzzo Júnior

The article shows how the extended mind theory, which suggests that cognition is not confined to the brain but extends beyond the body, is used to redefine our understanding of the nature of the mind and legitimize narratives of cyberimmortality. Additionally, it explores how this concept has been considered within the field of Artificial Intelligence (AI). By exploring the interactions between the environment, technological devices, and mental processes, the extended mind theory challenges the traditional boundaries of historically constructed epistemology upon the mind-world dichotomy. The paper analyzes various features of this new cognitive topography and how this perspective can transform human experience into a narrative that transcends organic limitations. Finally, it highlights a few consequences and critical challenges of the extended mind proposal in the recovery of the body and the environment.

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  • Research Article
  • 10.4013/fsu.2025.261.13
A Escola Megárica
  • Apr 1, 2025
  • Filosofia Unisinos
  • Gabriel Rodrigues Da Silva + 1 more

Tradução da seção dedicada à Escola Megárica, presente nas Lições sobre a história da filosofia de Hegel. A seção mencionada foi previamente traduzida — do alemão para o português —, minuciosamente analisada e debatida. Ao longo desse processo, consultamos algumas das principais traduções de Hegel no Brasil, comparamos e analisamos as opções de diferentes tradutores que se firmaram em nosso país. Na seção traduzida, Hegel aborda os principais nomes da Escola Megárica, a saber: Euclides, Eubulides e Estilpo. Entendemos que sua maior riqueza não é apenas o estudo histórico desses três personagens, mas a avaliação crítica, por parte de Hegel, dos paradoxos.

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  • Research Article
  • 10.4013/fsu.2025.261.05
Walter Benjamin y el ‘trabajo del concepto’.
  • Apr 1, 2025
  • Filosofia Unisinos
  • Diego Fernandez H

El presente trabajo busca responder a tres cuestiones fundamentales: i) qué es para Benjamin un concepto; ii) bajo qué regla pueden ellos deducirse (o producirse); iii) qué puede (o no) hacerse con ellos. Para esto, discutimos en primer lugar la relación específica que la filosofía mantiene con el concepto, bajo el entendido de que es éste el marco en la que se desarrolla el pensamiento de Benjamin. Sostenemos que la filosofía exige dar cuenta tanto de las reglas de producción de conceptos (su procedencia), como de las reglas de aplicación (qué puede y qué no hacerse con conceptos). Sostenemos que Benjamin identifica la regla de producción en la noción de tarea (Aufgabe), con la que, apelando a cierta tradición, los conceptos cobran una fuerza irreductible a la esfera de la subjetividad (“sea esta trascendental o no”). Sostenemos por último que en Benjamin los conceptos adquieren un estatuto “performativo”, y que en esa medida ellos ingresan en una lucha de poder con la conceptualidad así llamada “filistea”, “burguesa”, “fascista”.

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  • Research Article
  • 10.4013/fsu.2025.261.01
El papel del escritor en el siglo XX según Barthes:
  • Apr 1, 2025
  • Filosofia Unisinos
  • Aida Navas-Aparicio + 1 more

A través de la lectura de El grado cero de la escritura y El placer del texto, y recurriendo a ejemplos extraídos de la literatura antigua (El sueño de Polífilo de Francesco Colonna) y moderna (La dama vestida de gris de Georges Ohnet), se exploran tres conceptos fundamentales en la obra de Roland Barthes: la escritura, el escritor (écrivant) y el escribiente (écrivain). La escritura se revela en este autor como un proceso transformador que convierte el deseo de significante en una ley objetiva, actuando como índice de lo real. El escritor y el escribiente, por su parte, manifiestan en su práctica escrituraria una tendencia de evolución hacia una nueva tipología de individuo: el escritor-escribiente (écrivain-ecrivant), cuya irrupción pone en crisis el papel social de la obra literaria y las categorías tradicionales de autor y lector.

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  • Research Article
  • 10.4013/fsu.2025.261.11
Determinism as the cause of free will
  • Apr 1, 2025
  • Filosofia Unisinos
  • Ricardo Serrado

This paper aims to demonstrate that the only way for freewill to exist is through a deterministic Universe, which is governed by physical and biological laws which cause events, namely free will. We will first analyze determinism, indeterminism and compatibilism, highlighting their main ideas through key authors. Afterwards, we will demonstrate that determinism is the only ontological philosophy that can allow the existence of events, namely desire, will and volition – i.e. free will.

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  • Research Article
  • 10.4013/fsu.2025.261.10
Anomalismo, apriorismo e causação mente-corpo:
  • Apr 1, 2025
  • Filosofia Unisinos
  • Pedro Fior Mota De Andrade

Neste artigo, pretendo oferecer uma reconstrução de um dos argumentos mobilizados por Hume contra as tradicionais concepções modais de causação para mostrar como ele, quando reinterpretado à luz da tese do anomalismo psicofísico, pode se mostrar convincente no debate contemporâneo sobre causação. Meu argumento envolve reformular inteiramente a estratégia argumentativa humeana e reavaliar criticamente as razões originalmente apresentadas por ele para, assim, reintroduzir o que julgo ser seu argumento mais promissor remodelado pelos conceitos de anomalismo psicofísico, apriorismo e a nomologia da causação mente-corpo, tal como desenvolvidos por Donald Davidson e Kim Jaegwon. Concluo, então, a partir de considerações acerca da causação mental em deliberações e ações morais, como esta versão reconstruída do argumento de Hume poderia persuadir Kant, um dos filósofos que tradicionalmente articulou e desenvolveu um tipo de explicação modal de causação.

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  • Research Article
  • 10.4013/fsu.2025.261.03
John Locke:
  • Apr 1, 2025
  • Filosofia Unisinos
  • Antonio Carlos Dos Santos

O objetivo deste artigo é relacionar o Second Treatise à tradição republicana inglesa. Para levá-lo a cabo, ele está dividido em duas partes: na primeira, serão reconstituídos os principais argumentos da leitura liberal lockiana, a partir de dois de seus maiores defensores, Strauss e Macpherson, por terem causado grande impacto nas interpretações das últimas décadas; na segunda, pretendemos demonstrar os traços essenciais do republicanismo de Locke no Second Treatise. A inteireza do texto se dá quando Locke opera a passagem do indivíduo, preocupado consigo e com os seus bens, para uma conduta moral incorporada à promoção do bem público (public good), como ele sustenta no Second Treatise (II, 131, 135 e 159). A partir desse ponto, podemos lê-lo pelo viés republicano.

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  • Research Article
  • 10.4013/fsu.2025.261.06
O problema do monismo nas interpretações contemporâneas da metafísica hegeliana
  • Apr 1, 2025
  • Filosofia Unisinos
  • Federico Orsini

O objetivo deste artigo é examinar a questão se a Lógica de Hegel seja ou não a fundamentação de um monismo metafísico. O argumento está dividido em três partes: (i) a origem e o contexto do uso da noção de monismo como categoria interpretativa da filosofia de Hegel; (ii) o exame das posições a favor e contra o monismo no debate contemporâneo sobre a metafísica hegeliana; (iii) a crítica ao pluralismo ontológico. A tese que resulta da análise crítica do debate é que a metafísica hegeliana é um tipo de idealismo que neutraliza qualquer dicotomia entre monismo e pluralismo, porque se esforça para compreender tanto a unidade da ideia quanto a pluralidade de suas modalidades de manifestação (lógica, natural, espiritual).

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  • Research Article
  • 10.4013/fsu.2025.261.02
Violência:
  • Apr 1, 2025
  • Filosofia Unisinos
  • Alexandre Meyer Luz + 2 more

Este ensaio oferece ao leitor uma discussão sobre a violência, sobre alguns de seus impactos epistemológicos e sobre algumas de suas relações com outros conceitos consolidados. Para tal, o ensaio se divide em quatro partes principais: a primeira apresentará as teses centrais de uma análise das atribuições de violência e da natureza do conceito de violência. A segunda parte será dedicada a uma apresentação do um conceito de “violência epistêmica”. A terceira parte introduzirá o conceito de “microagressão”, que se constituirá em uma ferramenta importante para a conexão da Filosofia da Violência com discussões já bem estabelecidas, como a sobre a ignorância produzida e a sobre as injustiças epistêmicas. A quarta parte, por fim, oferecerá um quadro geral de explicação para o caráter não-reflexivo de muitas ações violentas (e epistemicamente violentas) a partir dos subsídios teóricos da teoria esquizoanalítica.

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  • Research Article
  • 10.4013/fsu.2025.261.08
Entre filosofia e artes narrativas:
  • Apr 1, 2025
  • Filosofia Unisinos
  • Juliana Oliveira Missaggia

Neste artigo, analiso como Simone de Beauvoir justifica sua tentativa de conectar filosofia e artes narrativas, como a literatura, através do que ela denominou de “romance metafísico”. Para isso, apresento dificuldades e objeções comuns diante da tentativa de relacionar as duas áreas. A seguir, analiso questões de ordem metodológica, relacionadas ao que Beauvoir reconheceu como limites da filosofia tradicional em tematizar determinados aspectos da singularidade e particularidade das experiências. Essa investigação nos dará oportunidade de investigar dois aspectos importantes da obra beauvoriana: sua polêmica negação de que fosse uma filósofa e algumas aparentes ambiguidades em sua definição para a atividade filosófica. Por fim, apresento a singularidade de sua abordagem, defendendo que sua busca por conciliar filosofia e narrativas resulta em um rompimento metodológico tanto com a filosofia como com a literatura, quando entendidas em suas formas de expressão mais convencionais.