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  • Research Article
  • 10.21665/2318-3888.v13n26p85
Entre o cajado e o tempo
  • Nov 26, 2025
  • Ambivalências
  • Maycol Douglas Lima Da Silva Mundoco + 1 more

O artigo analisa a relação entre narrativa histórica, corporeidade e ancestralidade no Terno de Moçambique Zumbi dos Palmares de Uberaba (MG), destacando-o como espaço de produção de conhecimento, memória e resistência no contexto das Congadas brasileiras. Partindo da análise do poder colonial de renomear e homogeneizar identidades africanas, o estudo evidencia como, apesar do epistemicídio, grupos afrodescendentes reinventaram e preservaram tradições, ressignificando passagens históricas e mitos fundadores. A pesquisa, ancorada na autoetnografia crítica, articula a vivência do autor no Terno com observações de campo, registros e diálogos com lideranças, sendo orientada pela perspectiva da desobediência epistêmica. Os resultados apontam que a história, no grupo, é Incorporada ao corpo e às práticas rituais, configurando-se como energia viva que orienta relações comunitárias, fortalece pertencimentos e projeta futuros. Ao abordar as Congadas como Instâncias criativas e políticas, o trabalho contribui para superar leituras folclorizantes, valorizando saberes afro-brasileiros situados e transmitidos por via oral, corporal e espiritual. Submissão: 15 ago. 2025 ⊶ Aceite: 27 out. 2025

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  • Research Article
  • 10.21665/2318-3888.v13n26p9
Dossiê
  • Nov 26, 2025
  • Ambivalências
  • Emília Guimarães Mota + 1 more

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  • Research Article
  • 10.21665/2318-3888.v13n26p225
Os riscos compreendidos, gerenciados e, em certa medida, incorporados por instrutores de parapente no Parque da Cidade de Niterói/RJ
  • Nov 26, 2025
  • Ambivalências
  • Emanuelle De Oliveira Camolesi

O estudo Investiga as percepções e significados atribuídos ao risco por Instrutores de parapente do Parque da Cidade de Niterói, a partir de quatro meses de trabalho de campo realizado a partir da metodologia “de perto e de dentro”, com registros em diário de campo e entrevistas Informais. O risco, Intrínseco ao parapente, foi Interpretado como elemento multifacetado: controlável pela técnica, protocolos e confiança nos equipamentos, mas também como fonte de prazer, superação e identidade, sendo positivamente ressignificado em eventos como “arborizações”, vistas como ritos de passagem por este grupo de Interlocutores. Para esses Instrutores, a prática ultrapassa a dimensão técnica, envolvendo mediação emocional e física, construção de vínculos afetivos e criação de um espaço emocionalmente seguro, no qual o risco é compreendido, negociado e Incorporado como parte da experiência desta modalidade do voo livre. Submissão: 10 ago. 2025 ⊶ Aceite: 14 set. 2025

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  • Research Article
  • 10.21665/2318-3888.v13n26p273
Waldemar Valente e os silêncios da historiografia da antropologia afro-brasileira
  • Nov 26, 2025
  • Ambivalências
  • Pedro Germano

Este artigo propõe uma revisão crítica da historiografia da antropologia brasileira a partir da trajetória Intelectual de Waldemar Valente, médico-antropólogo pernambucano cuja produção etnográfica permanece à margem das narrativas convencionais. Ao retomar o campo das religiões afro-brasileiras, evidenciamos como certas genealogias disciplinantes operam por exclusões, retrações e silenciamentos. Através da análise das recensões temáticas e balanços historiográficos mais consolidados – como os de Birman, Banaggia e Montero –, observamos que Valente tensiona as classificações estabelecidas, por antecipar abordagens consideradas “emergentes” décadas antes. Sua pesquisa sobre sincretismo, Influências islâmicas e formas rituais não ortodoxas oferece uma alternativa à lógica canônica da antropologia nacional. Mais que reparar uma ausência, buscamos repensar a própria narrativa disciplinar e seus mecanismos de visibilidade. A partir do estudo de caso, propomos uma forma mais plural e situada de narrar a história da antropologia brasileira, abrindo espaço para virtualidades teóricas e epistemológicas ainda silenciadas. Submissão: 24 jul. 2025 ⊶ Aceite: 15 nov. 2025

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  • Research Article
  • 10.21665/2318-3888.v13n26p159
Com espumosa e água doce
  • Nov 26, 2025
  • Ambivalências
  • Yasmin Estrela + 1 more

Este trabalho propõe uma análise antropológica e sociolinguística da oralidade e da memória a partir dos encantados, entidades cultuadas no tambor de mina, tradição afro-brasileira de matriz jeje-nagô que se expandiu do Maranhão e do Pará para outros territórios urbanos. Considera-se, aqui, o processo de migração e reterritorialização dessa religião na cidade de São Paulo, resultante dos fluxos migratórios de populações do Norte e Nordeste a partir da década de 1970. Nesse contexto, o tambor de mina foi Introduzido na capital paulista por Toy Francelino de Shapanan, fundador da Casa das Minas de Thoya Jarina, localizada na zona sul, considerada o primeiro tambor de mina jeje-nagô da cidade. A pesquisa, de caráter etnográfico neste terreiro, baseando-se em observações realizadas durante festividades e conversas Informais com Interlocutores, entre eles, filhos de santo e os próprios encantados, buscando compreender a linguagem das entidades como Instrumento de comunicação, identidade e percepção do mundo. Analisa-se de que modo os encantados percebem e significam o “mundo dos humanos”, ou “mundo de pecado”, como denominam, e como, através da fala e de expressões próprias, produzem formas singulares de presença e de significar o mundo contemporâneo com expressões e Inovações lexicais. Submissão: 15 ago. 2025 ⊶ Aceite: 15 nov. 2025

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  • Research Article
  • 10.21665/2318-3888.v13n26p103
Habitando entre ancestros, espíritus y dioses
  • Nov 26, 2025
  • Ambivalências
  • Grecy Pérez Amores

Canarias es un territorio dónde se han asentado prácticas de diversos orígenes. En este contexto, la muerte y la vida conviven en celebraciones en los que los muertos se transforman en mensajeros, médicos, profesores/as, e Incluso Informantes. Este es el caso de la curación mediante rituales religiosos, en el que perviven recetas y creencias que unifican tradiciones locales de herencia norteafricana, portuguesa y gallega con foráneas, llegadas de Cuba, Venezuela y Nigeria. Entre las religiones más representativas que Integran rituales festivos y procesos de curación, encontramos la Regla Osha, Ifá y Palomonte. En estas los ancestros, espíritus y Orishas demandan ofrendas cotidianas, mientras el sacrificio de animales se utiliza como herramienta para la sanación, la solución de problemas y la Iniciación religiosa. Desde una experiencia etnográfica centrada en la exploración sensorial Inmersiva y en observación participante, la Investigación busca entender cómo estas fórmulas sanadoras adquieren validez al formar parte de un sistema que abarca ritos, conocimientos de la botánica y tradiciones curanderiles, otorgando legitimidad social a las prácticas. El estudio recoge la existencia de puntos de contacto entre estos rituales. Muestra que, en el contexto de la sanación, tiene lugar un proceso de unificación entre la muerte y la curación, nacido de la necesidad del sacrificio animal y de la comunicación con ancestros y espíritus de familiares fallecidos que Interactúan en este contexto. Por último, plantea la existencia de conflictos en los usos del territorio y sus recursos botánicos, sagrados y públicos. Sumisión: 10 ago. 2025 ⊶ Aceptado: 01 nov. 2025

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  • Research Article
  • 10.21665/2318-3888.v13n26p7
Editorial
  • Nov 26, 2025
  • Ambivalências
  • Beto Vianna + 1 more

Editorial do v. 13, n. 26 da revista Ambivalências. Dossiê Experiências religiosas e práticas encantadas: narrativas do cotidiano

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  • Research Article
  • 10.21665/2318-3888.v13n26p135
La incrustación y el tatuaje en el culto a San La Muerte
  • Nov 26, 2025
  • Ambivalências
  • César Iván Bondar

El culto a San La Muerte se encuentra muy difundido y arraigado en la frontera argentino-paraguaya, asimismo en toda la región y otros países limítrofes con Argentina. En esta propuesta abordamos dos prácticas consideradas como experiencias religiosas dentro del culto referenciado: la Incrustación de la talla del santo debajo de la piel y el tatuaje con la iconografía de San La Muerte. Para este abordaje se han realizado entrevistas, observaciones y registros en variados dispositivos. Podemos dar cuenta que la relación con San La Muerte resulta cotidiana, configura experiencias relativas, estados pasionales de fe y conforma una particularidad distintiva en el arco devocional de la zona bajo estudio. Sumisión: 15 ago. 2025 ⊶ Aceptado: 13 nov. 2025

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  • Research Article
  • 10.21665/2318-3888.v13n26p35
Xamanismo e religiosidades Terena
  • Nov 26, 2025
  • Ambivalências
  • Graziele Acçolini + 1 more

Este artigo abordará a temática que envolve xamanismo, religiões e religiosidades entre os Terena da Terra Indígena Buriti/MS, particularmente as manifestações que ocorrem na aldeia Buriti e Nova Buriti. O texto se centrará no xamanismo entre os Terena, seus(suas) xamãs/koixomunetí, conhecidos(as) como purungueiros(as), autodenominados(as) católicos(as), focando suas práticas, ações e a Interface com outras religiosidades. A religiosidade é enfatizada como problemática analítica compreendendo que tal estudo permite alcançar o campo permanente das criações e das reelaborações, como ocorre com os Terena nas aldeias do Pantanal de Mato Grosso do Sul. O propósito será o de apresentar a ação, experiência, performance de duas purungueiras e a realização do ritual Oheokotí, em que o(a) personagem principal é o xamã/koixomuneti denominado(a) purungueiro(a). Submissão: 14 jul. 2024 ⊶ Aceite: 10 set. 2025

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  • Research Article
  • 10.21665/2318-3888.v13n26p209
Da iniciação ao caminho atual de Pai José Luiz de Logun Edé
  • Nov 26, 2025
  • Ambivalências
  • José Luiz Izidro Do Carmo + 2 more

Esta entrevista, realizada por um de seus “filhos de santo” – filho espiritual do chefe da casa em uma comunidade religiosa afro-brasileira –, apresenta a trajetória espiritual e identitária de Pai José Luiz de Logun Edé, professor de geografia e sacerdote de Umbanda, no Rio de Janeiro. Iniciado aos oito anos no Candomblé por um chamado espiritual motivado por doença na Infância, migrou posteriormente para a Umbanda e traz nesta entrevista toda a sua mudança de percurso. Atualmente, dirige uma casa “africanizada” que costura uma convergência entre o Candomblé e a Umbanda, além de prestar atendimento mediúnico comunitário. A entrevista revela as dimensões identitárias, resistenciais e comunitárias dessa experiência espiritual com reflexões sobre preconceito, Intolerância religiosa e os laços existentes entre o Candomblé e a Umbanda no Brasil. Submissão: 11 ago. 2025 ⊶ Aceite: 25 out. 2025