A partir de reflexões sobre os modos como a lógica colonial se revela na contemporaneidade, buscamos evidenciar sua presença nas práticas de administração pública através de símbolos e monumentos. Adotando como ferramenta metodológica os trabalhos das artistas Célia Tupinambá e Diambe da Silva, propomos reflexão sobre os modos como a prática artística se manifesta como via de defesa e enfrentamento para os indivíduos.