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  • Research Article
  • 10.26512/emtempos.v24i45.56367
As mulheres negras escravizadas e o mundo do trabalho na Belle Époque belenense (1870-1888)
  • Mar 31, 2025
  • Em Tempo de Histórias
  • Cassia Cristina Aleixo De Moraes

A Belém do final do século XIX não pode ser lembrada apenas pelo esplendor urbano e pela busca de um padrão de beleza europeu típico da Belle Époque, mas também pela presença de um sistema de exploração escravista que estava em voga. Por isso, esta pesquisa analisa as particularidades da cidade no que diz respeito ao mundo do trabalho, entre os anos de 1870 e 1888, com o objetivode evidenciar a centralidade das mulheres escravizadas na economia da província e nos projetos de emancipação gradual. Foi possível constatar que estas mulheres perfaziam a maioria da mão de obra conservada nos plantéis, algo que me leva a defender que a exploração sob o corpo das escravizadas se fazia de forma singular nesse contexto, recaindo sobre elas não apenas a exploração da sua força produtiva, mas também da sua capacidade reprodutiva.

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  • Research Article
  • 10.26512/emtempos.v24i45.56431
Moedas Bretãs na Idade do Ferro: A Influência de Filipe II da Macedônia na Construção da Cunhagem Celta
  • Mar 31, 2025
  • Em Tempo de Histórias
  • Ana Bustamante Ayala

Este artigo examina as técnicas e símbolos empregados nas moedas celtas evidenciando a influência de cunhagens de imitação de moedas de Filipe II da Macedônia (final do século IV a.e.c.) na criação da cunhagem celta. A análise é conduzida sob a perspectiva metodológica da numismática por meio do quadro teórico da arqueologia histórica e dos estudos de cultura material que compreendea classificação, tipologia e interpretação das moedas como fontes históricas. Este estudo observa, em particular, as representações de motivos iconográficos de divindades, cavalos, cavaleiros, bem como formas mais abstratas, explorando os seus significados no contexto das sociedades celtas insulares. O trabalho destaca como a introdução das técnicas e ideias de cunhagem mediterrâneas impactou a produção de moedas na Grã-Bretanha, evidenciando uma interação complexa entre diferentes culturas monetárias.

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  • Research Article
  • 10.26512/emtempos.v24i45.56441
Entre o mote e a glosa: os “anônimos” da “Marmota na Corte”
  • Mar 31, 2025
  • Em Tempo de Histórias
  • Igor Machado

O presente artigo tem como objetivo perscrutar as glosas contidas na “Marmota na Corte”, jornal que circulou na cidade do Rio de Janeiro entre os anos 1849 e 1852. Essas poesias foram realizadas pelos próprios assinantes da gazeta que eram incentivados pelo redator a enviarem suas glosas com base em um “mote”, ou seja, o assunto proposto. A esses assinantes chamaremos de “anônimos”, já que, além de não terem a notoriedade de um Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu ou Gonçalves Dias – quem estamos mais habituados a estudar ao falarmos desse período –, também são pessoas que dificilmente conheceremos as suas identidadespois, na maioria dos casos, há a utilização de pseudônimos ou de abreviações em suas autorias. Aqui, não pretendemos analisar sistematicamente a estrutura textual das glosas, mas inseri-las em seu contexto histórico, e, a partir delas, entender os costumes e práticas características daquele período.

  • Journal Issue
  • 10.26512/emtempos.v24i45
  • Mar 31, 2025
  • Em Tempo de Histórias

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  • Research Article
  • 10.26512/emtempos.v24i45.56394
Cruzando a fronteira: política negra entre Movimento Social e Estado
  • Mar 31, 2025
  • Em Tempo de Histórias
  • Camila Nascimento

À luz de uma bibliografia especializada e iniciais discussões, o presente artigo busca compreender as relações estabelecidas por entidades e militantes do Movimento Negro com partidos políticos e agentes estatais a fim de tornar seu debate público e responsabilizar o Estado pela superação das desigualdades raciais, insistindo que suas demandas fossem elencadas no rol de compromissos dos programas de governo. Observaremos, a partir de entrevistas, documentários, edições da imprensa negra e documentos governamentais, a realização da Marcha Zumbi dos Palmares, a criação do Grupo de Trabalho Interministerial para Valorização da População Negra e seus desdobramentos políticos na segunda metade da década de 1990.

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  • Research Article
  • 10.26512/emtempos.v24i45.56393
“Energia feminina” ou discurso de submissão?: as visões sobre a mulher, os usos do passado e o conservadorismo no Instagram
  • Mar 31, 2025
  • Em Tempo de Histórias
  • Alice Batista Guimarães

Nas redes sociais, principalmente após a onda de conservadorismo trazida pela extrema-direita do governo Bolsonaro, tem sido comum ver internautas de ambos os sexos transmitindo um discurso que tem como palavras de ordem os termos “energia feminina” e “mulher de verdade”. Tais falas são visivelmente contrárias à tendência emancipatória das mulheres, agindo no sentido de defender normas sociais para aquelas que não desejam afastar os homens ou se afastar da própria feminilidade, de modo que acabam por reduzir a mulher a postos e circunstâncias de submissão. Este artigo visa compreender este fenômeno à luz dos conceitos de gênero e representação, os quais serão confrontados com posts da rede social Instagram que abordem os tópicos destacados, a fim de perceber como tais discursos se constituem em usos do passado com fins de legitimar uma visão de mundo a respeito das mulheres.

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  • Research Article
  • 10.26512/emtempos.v24i45.56188
Quilombos Maranhenses na luta por territórios: territorialização étnica, conflitos agrários e o Movimento Quilombola do Maranhão
  • Mar 31, 2025
  • Em Tempo de Histórias
  • Lucas Victor Quaresma Barbosa

Objetivamos com esse artigo analisar as discussões em torno de quem são os quilombolas e o que os especifica em relação aos outros povos, em busca de compreender os conflitos que envolvem os Quilombos do Maranhão, tratando da luta pelo território mediante os Projetos de Intrusão e Pilhagem, além de caracterizar a luta do Movimento Quilombola do Maranhão, a partir das recentes ocupações do Moquibom ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária do Maranhão colocando em pauta suas principais reivindicações. O Maranhão foi um dos pioneiros no reconhecimento de Quilombos brasileiros, sendo um dos mobilizadoresa nível nacional para a garantia de direitos quilombolas na Constituição de 1988, gerando o artigo 68 dos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias, que prevê a demarcação de territórios para Comunidades Remanescentes de Quilombos. Entendemos, portanto, como de suma importância a emergência de pesquisas acerca da luta por território dos Quilombos maranhenses.

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  • Research Article
  • 10.26512/emtempos.v24i45.54116
Diálogos entre as concepções de autodefesa de Elsa Dorlin e “A sedução e as artimanhas do poder” (2022), de Saidiya Hartman: violência necessária à constituição da subjetividade das escravizadas
  • Mar 31, 2025
  • Em Tempo de Histórias
  • Larissa De Almeida Corrêa

O presente artigo objetiva explorar, a partir do livro “Autodefesa: uma filosofia da violência” (2020), de Elsa Dorlin, e do ensaio “A sedução e as artimanhas do poder” (2022), de Saidiya Hartman, a categoria da violência como forma legítima de defesa e resistência no contexto escravista estadunidense do século XIX. Com relação às mulheres negras, a violência adentrava o campo da sexualidade, aberto a estupros legitimados e justificados, configurando uma linguagem de afeto mútuo entre senhor e escravizada. Como principais aportes teórico-metodológicos, utilizou-se a noção de objetividade feminista e parcialidade da visão, de Haraway, além das teorizações de Díaz-Benítez, Spillers, Silva e Wynter para problematizar a necessidade de politizarmos nossas próprias subjetividades, partindo da premissa de olhar para o outro por uma conotação transversal e muito mais plural. Essa pode ser uma forma de avançar nos debates feministas antirracistas pela perspectiva responsável e localizada, estendendo a categoria da autodefesa a uma prática de si capaz de permitir o exercício de considerar o outro.

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  • Research Article
  • 10.26512/emtempos.v24i45.56384
Instituições prisionais no início do século XX no Rio Grande do Sul
  • Mar 31, 2025
  • Em Tempo de Histórias
  • Tamara Juriatti

Este estudo investiga quais eram as instituições prisionais no início do século XX no estado do Rio Grande do Sul. Buscando analisar o contexto nacional permeado pelo Código Penal de 1890 e pela discussão dos criminalistas sobre modelos prisionais, passando para a análise do contexto do estado e suas instituições, identificando os avanços historiográficos e alguns temas que ainda precisam ser mais estudados. A pesquisa possui um caráter exploratório, utilizando fontes como “Os Systemas Penitenciários do Brasil” de José Gabriel de Lemos Britto, dados do IBGE, além de literatura acadêmica. Foi possível observar um nascente aparato prisional no estado, que nas décadas de 1920 e 1930 possuíam uma Casa de Correção, um Manicômio Judiciário e cadeias em todos os municípios. Foi possível perceber que os ideais do período se chocavam com a falta de estrutura das instituições e que ainda são necessários mais estudos sobre o tema.

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  • Research Article
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  • 10.26512/emtempos.v24i45.55170
Os movimentos sociais nas favelas do Rio de Janeiro (1940-1965)
  • Mar 31, 2025
  • Em Tempo de Histórias
  • Emmanuelle Torres Costa

O presente artigo tem como finalidade evidenciar os movimentos sociais concebidos nas favelas cariocas entre as décadas de 1940 e 1960, período em que as políticas de desapropriação ameaçavam essas localidades. Na tentativa de recuperar o fio histórico desses movimentos e a fim de contextualizar as lutas sociais nas favelas numa perspectiva de longa duração, iremos acompanhar brevemente as nuances e adaptações dos distintos movimentos sociais entre essas décadas e a maneira que influenciaram nas estratégias dos movimentos de moradores desses locais durante o século XXI. Este trabalho se insere no esforço de promover discussões amplas e aprofundadas sobre a história das favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de integrar esse debate não apenas à história da cidade, mas também aos contextos históricos nacionais e internacionais.