Vulnerabilidade e condições de saúde de pessoas idosas atendidas na Atenção Básica
envelhecimento populacional no Brasil tem intensificado a demanda por cuidados integrais na Atenção Básica, especialmente no que se refere à identificação e ao manejo da vulnerabilidade em pessoas idosas. Este estudo teve como objetivo analisar a associação entre vulnerabilidade e condições de saúde de idosos atendidos na Atenção Básica. Trata-se de uma pesquisa exploratória, de abordagem quantitativa, realizada com 225 idosos, utilizando os instrumentos Mini-Exame do Estado Mental (MEEM), Índice de Barthel, Escala VES-13 e Escala de Fragilidade de Edmonton. Os resultados revelaram que a vulnerabilidade esteve significativamente associada à dependência funcional. Por outro lado, a independência nas Atividades Básicas de Vida Diária (ABVDs), a cognição preservada e a ausência de fragilidade mostraram-se fatores protetores. Conclui-se que estratégias voltadas à manutenção da funcionalidade e da cognição devem ser priorizadas na Atenção Básica, a fim de prevenir agravos e promover a autonomia e a qualidade de vida da população idosa.
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