<b>A disputa sino-americana pelas infraestruturas digitais de 5G e seus reflexos sobre a soberania digital no Brasil</b>
Os últimos anos tem se caracterizado por avanços tecnológicos transformadores. A disputa sino-americana a fim de dominar a tecnologia 5G é evidente, e essa discussão envolve aspectos como soberania digital, segurança e questões geopolíticas. Posto isso, a soberania digital é um elemento cirúrgico para as nações no atual panorama. Se por um lado, os EUA se preocupam com possíveis ciberataques, inteligência chinesa e o desenvolvimento das infraestruturas digitais orientais, por outro, a China foca em nichos variados no ambiente virtual, representando uma ameaça para as plataformas e infraestruturas ocidentais. Contudo, é importante enfatizar que o Brasil se faz presente nessa discussão, visto que tenta harmonizar na balança, o peso de equilibrar interesses e diretrizes estadunidenses, ao mesmo tempo em que expande parcerias com a China a fim de alavancar a infraestrutura digital nacional. Assim, com esse jogo sino-americano posto em evidência sobre as infraestruturas digitais de 5G, além da Internet das Coisas (IoT), surge, então, a pertinência de desenvolver uma autonomia tecnológica nacional. Para esse avanço fluir, o Brasil deve trilhar um percurso voltado à produção nacional de tecnologia, cooperação entre universidade e empresas, e forte base legal, a fim de gerar um ambiente cibernético sustentável e competitivo.
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