A MORTE DO VELHO CORPO
Abstract
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Este artigo propõe uma análise do conto Nós Matamos o Cão Tinhoso (Honwana, 1964) como alegoria de Moçambique em agonia – o Cão personifica a nação colonizada – e de sua ressureição simbólica. Adotamos perspectiva decolonial (Fanon, Quijano, Bhaba), combinando os estudos das metáforas a teoria pós-colonial. Nossa metodologia envolveu análise da narrativa por uma perspectiva bibliográfica qualitativa, identificando as construções metafóricas, ritos catárticos e anúncio da ressurreição. Os resultados mostram o cão como Moçambique em declínio, a marcha dos meninos como rito de passagem político e o retorno ao cotidiano como reflexo da naturalização da violência em regime colonial.
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